...“Sexo é um intercâmbio de líquidos, de fluidos, de saliva, hálito e cheiros fortes, urina, sêmen, merda, suor, micróbios, bactérias. Ou não é. Se é só ternura e espiritualidade etérea, se reduz a uma paródia estéril do que poderia ser. Nada !!!!!!” Pedro Juan Gutierrez - Trilogia Suja de Havana

5.9.26

A ORGIA PROFANA DE ROBERTO FERRI


Era um domingo de ressaca navegando no X quando meus olhos trombaram com a insanidade pictórica do italiano Roberto Ferri - o gênio marginal nascido em Taranto (1978) e formado pela Escola de Belas Artes de Lisippo (1996). O cara invadiu Roma em 1999 como autodidata e devorou a pintura clássica até o século XIX! Engoliu o jogo dramático de luz e sombra de Caravaggio e dissecou os acadêmicos: David, Ingres, Girodet, Géricault, Gleyre e Bouguereau. O resultado? 

Uma orgia profana de barroco com surrealismo moderno!

A tela é um soco no estômago! Esqueça a beleza clássica idealizada; Ferri pinta corpos musculosos e crus, exalando uma tensão erótica, visceral e provocativa. É a colisão satânica entre o divino e o profano, a beleza e o desconforto, a vida e a morte. 









4.9.26

SEXO, DROGAS E ROCK - WOODSTOCK 1969


Woodstock reuniu mais de 30 atrações lendárias, mas o bastidor das recusas é tão surpreendente quanto o próprio lineup. Enquanto artistas se consagravam no palco em Bethel, grandes nomes da música recusaram o convite por motivos que vão de paranoias a desavenças ideológicas.
Led Zeppelin: O empresário da banda recusou o convite por achar o evento "desinteressante" e considerar o restante do lineup amador.
The Doors: Jim Morrison temia por sua segurança, tomado pela paranoia de que seria assassinado no palco.
The Beatles: A presença travou na burocracia do governo americano, que negou o visto de entrada para Yoko Ono, companheira de John Lennon.
Bob Dylan, Frank Zappa e Jethro Tull: Recusaram o convite abertamente por restrições e antipatia em relação ao estilo de vida da comunidade hippie.
Mesmo com essas ausências de peso, o festival alavancou a carreira dos presentes e redefiniu os parâmetros dos grandes eventos artísticos no planeta.





28.8.26

TURISMO SEXUAL NA REPUBLICA DOMINICANA


Durante vários anos ocultei da minha esposa a fantasia de ver um negro metendo nela. Atualmente com 38 anos, sem filhos, diz que nunca sentiu outro caralho. Numa noite em que assistíamos um vídeo pornô, demonstrou inveja do prazer que uma branca estava a ter quando um negro a fodia. Ao notar a excitação que tal imagem lhe provocava perguntei: 
- Aguentas um semelhante? 
- Só experimentando, creio que sim, mas nunca te trairei. 
- Se fosse com meu consentimento não era traição. 
- Consentias mesmo que um negro me fodesse? 
- Não digo consentir, mas uma menage talvez! 
- Amor, desculpa, realmente gostava e com a tua participação seria mais fácil para mim, mas que vergonha se alguém do nosso ciclo soubesse. - Querida, muitos casais se deslocam ao estrangeiro, onde o praticam turismo sexual na clandestinidade, porque não proceder também nós da mesma forma?
- Sim, mas onde consideras fazermos esse tipo de turismo? 
- Talvez em Africa ou América Central. 
Optamos pela República Dominicana. O parceiro escolhido foi um recepcionista do hotel e chamava-se Carlos. Julgo que a administração sabia dos favores que ele fazia a algumas utentes quando estas o solicitavam e já estaria habituado a faze-lo, porque bastou a minha esposa mal se insinuar, para ele perceber as suas intenções, disponibilizando-se em satisfazer qualquer necessidade dela. Demonstrou saber ao que se referia; perguntou se eu iria estar presente, pois havia quem fosse á revelia dos maridos, o que ela, não só confirmou eu estar presente, como também participaria. Escolhido o parceiro, à vontade da minha esposa, pois seria ela que teria de aguentar fosse qual fosse a grossura que surgisse. Ainda prepus que fosse no ultimo dia da nossa estadia no hotel, mas o desejo que a consumia era tão forte que estando ele de folga porque não havia de ser nessa noite?
 


Ficou assente a comparência dele no nosso quarto ás 22 horas. Ainda faltavam 10 minutos quando chegou, estava ela no banho, do qual saiu envolta apenas num toalhão e tão descontraída que mais parecia ser um simples jantar que a aguardava, olhando para nós exclamou: 
- Creio não valer a pena vestir-me. 
Dito isto dirigiu-se prá cama. Eu e o Carlos também nos despimos, ambos com os paus bem tesos, mas o do Carlos bem mais grosso. Depreendi o que a minha esposa iria sofrer; não sei o que ela pensou, mas notei ter mordido o lábio inferior, como a pensar, ai onde eu estou metida! Depois de eu trocar de beijos com ela o Carlos perguntou-me: 
- Posso também beijar? 
- Por mim pode, se ela aceitar! 
Aceitou mesmo; enquanto isso, caí eu de boca entre as suas pernas e ela tentando meter na boca o caralho Carlos. Não o conseguindo por ter a boca pequena ainda me disse: 
- Querido não cabe! Amor, espero que aqui na cona o consigas aguentar. 
Ela dirigindo-se ao Carlos: 
- Substitui o meu marido no meio das minhas pernas enquanto eu o chupo a ele. 
Assim iniciou o Carlos um minete na esposa e ela me fazia um delicioso broche. Notei entretanto que ele se preparava para meter a vara na cona e ela bem o sentiu porque gritou: 
- Ai ai, mete devagar, ai de mim, isso muito grosso. 
- Querida, desejavas experimentar, mas senão aguentas desistimos! 
Foi o Carlos a intervir: 
- Toda senhora tem aguentado! Primeira vez que entra é que custa. - Querida, eu não te forço, mas nem sequer entrou ainda a cabeça e gritas-te aiai. Podemos ficar por aqui! 
- Não, seria uma viagem sem qualquer proveito, se meter devagar irei aguentar. 
- Amor mete tu primeiro, sempre dilatará um pouco; depois iremos na posição de 4 que ficarei mais aberta. 
Foi portanto nesta posição que o Carlos meteu na cona a cabeça da anaconda. Ela gritava: 
- Ai, ai. Amor, isso é muito grosso. 
O Carlos dizia-me: 
- Outras senhoras também gritavam! 
Disse-lhe para continuar! Que grande tesão eu sentia ao ouvi-la berrar conforme a anaconda ia entrando - os seus gritos não paravam: 
- Ai, não posso mais, deixem-me descansar. 
- Querida, está já toda dentro de ti. 
- Sim, mas tudo me dói. 
- Descansas, tomas um analgésico e estas apta para foder em outras posições ainda esta noite. 
Precisamente o que aconteceu, não sentido as dores, em diversas posições tornamos a foder a noite toda!
Foi uma excelente viagem de turismo sexual e voltamos algumas vezes!

26.8.26

O CAOS PERFEITO DE WOODSTOCK 1969

Em agosto de 1969, o mundo testemunhou o nascimento do festival de rock mais icônico da história. Inicialmente planejado para a cidade de Woodstock, o evento enfrentou barreiras locais e precisou mudar às pressas para uma fazenda em Bethel, a 160 km de Nova York, a menos de um mês do início. O resultado? Uma invasão de mais de 400 mil pessoas que superou todas as estimativas em oito vezes, travando estradas e congestionando a região.

Diante do colapso logístico, os organizadores tomaram uma decisão histórica: cancelaram a cobrança de ingressos (que custavam 18 dólares) e abriram os portões. O público, formado majoritariamente pelo movimento hippie, transformou o caos em um marco de paz. Mesmo sob tempestades constantes e um verdadeiro mar de lama, a juventude antiguerra e anticonsumo permaneceu acampada por três dias, celebrando a música e consolidando a cultura rock no mapa mundial.






21.8.26

FAMILIA SWINGER - JUNTOS E MISTURADOS


Eu e meu marido praticamos swing faz 15 anos. Nossa filha está casada a cerca de 7 anos, ela atualmente tem 35 anos e sempre gostou de chamar atenção e se cuidar usar roupas curtas. 

Recentemente o marido dela confessou que fica excitado quando eles saem vão à casa de amigos ou restaurante e ela chama a atenção dos homens com as roupas que usa, gosta quando ela está de minissaia ou vestido e acaba aparecendo a calcinha e que tem vontade de assistir ela fodendo com outro homem como se fosse uma atriz pornô. Ele quer ser corno! 

Nunca tinha pensado ou imaginado minha filha nessa situação, mas acabei por incentivar ela a fazer a vontade dele. 

Depois de um tempo ela me contou que também ficava super excitada e empolgada com a situação de se exibir e que tem vontade de ser a putinha do marido, mas está preocupada com o que nós achávamos e pensávamos sobre essa situação. Comentei com o pai dela e ele achou ótimo e disse:

- Quem sabe um dia não vamos ao swing juntos?

A dúvida é se contamos para ela a vida de swinguer que levamos ou não?