19.5.21

#BDSM SUBMISSÃO

A submissão é uma prática que vai além do ato sexual, ela está ligada a uma conexão mental entre pessoas que resolvem pratica-la. No meio liberal é muito comum ver casais onde um dos parceiros atua como submisso de outro, esse outro chamado de Alfa, Dono ou até mesmo Mestre... Mas engana-se quem acha que a relação entre um(a) "Sub", e um Dono(a), limita-se apenas a casais, pois muitos amigos tem adotado esse tipo de relação. Uma mulher submissa por exemplo, escolher ser assim por amar sentir-se subjulgada, dominada, e por vezes até maltratada a um ser ponto, mas tudo dentro de um contexto pré estabelecido. Uma das características desse tipo de relacionamento é longevidade, pois ambos se dedicam ao máximo e de forma muito intensa ao prazer sexual do outro.

20.4.21

TEXTOS PUTOS DA ABHIYANA #2



GOZEI COM O MASTRUÇO DURO ENTERRADO NA XECA

Poucos minutos atrás tava montada na jeba dele, morrendo de tesão. adoro trepar assim, mas nunca gozei sentando q nem louca no pau do cara. 
Já fingi, isso sim! 
Não quer dizer q não adore, mas precisa rolar, simultaneamente, uma estimulação no clitóris. 
Pra mim, funciona mesmo colar o corpo todo no corpo dele, enterrar o mastruço duro na xeca (tem q estar duro senão não dá o efeito sensacional) – e esfregar na base da piroca – que vai entrando e saindo. palavras sujas ou amorosas no pé do ouvido, beijos melecados, tetas e barrigas se roçando. Importante: a mente tem que estar desapegada da missão de gozar, isso é função do corpo; e ele é totalmente preparado pra fazer isso lindamente – não se meta. apenas se entregue, relaxe e ame; eis o segredo da vida. 
Textos Putos de @abhiyana

10.4.21

LOVE DOLL - A MULHER DE VERDADE


Substituir uma mulher de verdade por uma boneca de silicone, quase uma Barbie em tamanho real, há quem ache fetiche bizarro. Pois saiba que no Japão e nos Estados Unidos as “love dolls” estão conquistando fãs e substituindo as velhas e sem graça bonecas infláveis.
Essas bonecas perfeitas são a encarnação moderna das velhas bonecas infláveis. No Japão, o negócio cresceu tanto que até uma revista especializada no tema circula pelo país. Numa dessas publicações, uma reportagem diz que além das vendas crescentes das “love dolls”, inovações incluem aluguel de quartos e serviços de 'acompanhantes', para aqueles que querem transar com as bonecas.


Nos Estados Unidos, a empresa Real Doll vende as bonecas de silicone por cerca de US$ 6.500. A textura e as formas do corpo das bonecas são desenvolvidas para dar a sensação mais realista possível. No site da empresa o “consumidor” é alertado que durante o ato sexual com a boneca, um vácuo é formado dentro dela proporcionando uma deliciosa sucção. Esse efeito é mais intenso durante o sexo oral, mas pode ser sentido também na penetração vaginal e anal.


Alguns tarados por love dolls dizem que não saberiam se relacionar com mulheres reais e que a boneca realmente completa suas vidas. Um deles afirma que “A boneca fica 99% do tempo dentro do meu quarto e meus pais não aceitam que eu tenha uma namorada que não é viva. Mas ela é minha âncora e sei que estaremos sempre presentes um para o outro”. Outro assume que o dinheiro pode mesmo comprar o amor e que a boneca melhorou sua qualidade de vida. “Pelo menos eu não tenho que me preocupar se ela vai engravidar ou me passar doenças”, completa.


No Brasil é possível encomendar uma dessas "bonecas do amor" Em média chegam ao País uma boneca por ano. Os preços variam um pouco, de acordo com o gênero. Os homens saem mais barato. Por 5 999 dólares é possível levar um garotão de silicone para casa: Moreno, de 1,76 metros de altura, 42 quilos e bem dotado. As mulheres são as mais valorizadas e saem em média por 6 700 dólares.
O cliente pode comprar um modelo pronto ou customizar. É possível escolher detalhes como a cor dos olhos, pele, cabelos e até os pelos pubianos. A matéria prima é o PVC, um tipo de plástico bem resistente, que permite colocar o boneco em todas as posições e até dentro d’água.
Será mesmo que os homens brasileiros experimentariam as bonecas que parecem mulheres de verdade? 


“Eu acho ridícula essa história de boneca. Gosto mesmo é de mulher real”, diz um estudante paulistano de 19 anos. “Acho que esses caras precisam de ajuda. Não é normal e nem saudável não interagir com gente de verdade”, diz um analista de sistemas de Santa Catarina, de 24 anos. Para um jornalista de São Paulo, 32, o valor da boneca é que inviabiliza o fetiche. “Com R$ 15 mil dá para sair com muitas garotas de programas, com mulheres reais”, calcula. “Eu achei as bonecas sensacionais. E acho sim que o brasileiro gostaria de ter uma se pudesse. Eu teria”, afirma um empresário carioca de 33 anos. “Não acho que elas sejam melhores que as mulheres, mas digo que a chateação feminina incomoda um pouco”.

              

2.4.21

CALIFORNICATION - SEXO, DROGAS E...


Californication é uma série americana que não foi feita para crianças e adolescentes, é para “gente grande” que gosta de humor, drama, mas principalmente altas doses de sacanagem, sexo e drogas.  

Estreou em 2013 pelo canal Showtime e aborda o cotidiano do escritor Hank (David Duchovny), escritor com apenas um livro de sucesso e em crise de inspiração. Talentoso, instável, irreverente, mulherengo, intempestivo Hank percorre, ao longo dos capítulos, uma sinuosa jornada de noitadas, álcool, vícios e mulheres, mas que almeja, ao mesmo tempo e, sobretudo, restabelecer a antiga relação amorosa com sua ex-mulher Karen (Natascha McElhone) e de sua filha Becca (Madeleine Martin). 

Com locação em Los Angeles, Californication ficou famosa por conter muitas cenas de sexo e peitos. Sim eu disse peitos! Regada de mulheres, farras, drogas e bebidas, essa série é uma das favoritas dos adolescentes e punheteiros de plantão! 

No último episódio da 1ª temporada as amigas Karen (Natascha McElhone) e Marcy (Pamela Adlon) conversam (fiz algumas adaptações no diálogo. As legendas são uma merda!):

Marcy (fumando um baseado): “você já imaginou que vai ter que aguentar a “pica” do Bill para o resto da vida?

Karen: Eu sei e o pau dele é grande!

Marcy: E vai doer, principalmente no cuzinho. O Bill já te pediu o cuzinho?

Karen: Não e nem vai conseguir...

Marcy: Mas nem na noite de nupcias? Não se nega o cuzinho a seu homem...tem que liberar! Porque, uma vez que ele sabe que pode comê-lo, não vai mais querer. Acredite!

Karen: Vou fazer isso!

É uma teoria! E você o que acha disso?

Marcy (fumando um baseado): você já imaginou que vai ter que aguentar a “pica” do Bill para o resto da vida?

Karen: Eu sei, e o pau dele é grande!

Marcy: E vai doer principalmente no cuzinho. O Bill já te pediu o cuzinho?

Karen: Não, e nem vai conseguir...

Marcy: Mas nem na noite de núpcias? Não se nega o cuzinho a seu homem... Tem que liberar! Porque, uma vez que ele sabe que pode comê-lo, não vai mais querer. Acredite!

Karen: Vou fazer isso!

Marcy: É uma teoria! E você o que acha disso?

Karen: Bom Marcy, não sei, pode ser que seja verdade, mas o problema é que o pau dele é muito grande!

Marcy: E qual é o problema, existem pílulas para relaxamento muscular, e cremes para isso, além do mais você pode ficar por cima para controlar a intensidade, ou de quatro, da melhor forma que achar. E se encontrar o caminho certo, você nunca mais vai querer dar a buceta.

Karen: Ah, qual é?!

Marcy: Sério, é verdade. Já tive um homem que me comia tão bem o cu que poucas vezes liberei a buceta. A porta de trás pode ser também uma entrada para o paraíso, é só saber quem vai te encaminhar para ele.

Confiram algumas cenas de sexo de Californication com muita mulher pelada, nua e sem roupa.













31.3.21

A CRIAÇÃO DA XOXOTA


Sete bons homens de fino saber

Criaram a xoxota, como pode se ver:

Chegando na frente, veio um açougueiro

Com faca afiada deu talho certeiro.

Um bom marceneiro, com dedicação

Fez furo no centro com malho e formão.

Em terceiro o alfaiate, capaz e moderno

Forrou com veludo o lado interno.

Um bom caçador, chegando na hora

Forrou com raposa, a parte de fora.

Em quinto chegou, sagaz pescador

Esfregando um peixe, deu-lhe o odor.

Em sexto, o bom padre da igreja daqui.

Benzeu-a dizendo: “É só pra xixi!”

Por fim o marujo, zarolho e perneta

Chupou-a, fodeu-a e chamou-a…

Buceta!

Poema de Mário de Miranda Quintana (Alegrete, 30 de julho de 1906 — Porto Alegre, 5 de maio de 1994) foi um poeta, tradutor e jornalista brasileiro. Considerado o "poeta das coisas simples", com um estilo marcado pela ironia, pela profundidade e pela perfeição técnica.


28.3.21

VOCÊ TEM O FETICHE DE SER UM CUCKOLD?



Uma rede social adulta voltada aos praticantes de swing, encontros sexuais, sexo virtual e exibicionismo, realizou pesquisa entre seus usuários para saber quais são os seus fetiches preferidos. A tara por cuckold foi a campeã entre os homens!

O aumento da pesquisa pelo termo é gritante também no Google - O número de pesquisas por cuckold aumentou em quase 800% nos últimos 15 anos. A procura pelo termo "corno" acompanhou.

Outra prova do interesse de brasileiros no assunto é a quantidade de pornografia temática para os tupiniquins. Só no XVideos, pesquisar por "Cuckold Brasil" te dá acesso à mais de 42 mil vídeos sobre o assunto. "Cuckquean Brasil" tem 23 mil e "Corno", 22 mil.

Ok, mas o que é cuckold?

Em português bem claro, cuckold é a tara por ser “corno”, onde um homem sente tesão em ver sua parceira transando com outras pessoas ("bulls"). Ser corno, para os praticantes, não é um problema, mas um objetivo.

Como funciona na prática?

O casal decide em conjunto como será feito e definem os limites e as coisas que mais excitam nessa tara. Como todo fetiche, há diversas formas de colocá-lo em prática. Algumas delas você pode curtir e outras não. Quer alguns exemplos?

A mulher sai para meter com o Bull e, ao voltar para casa, conta os detalhes para o parceiro.

A mulher traz o Bull para meter no quarto do casal enquanto o parceiro fica ao lado escutando a transa.

A mulher sai para encontrar outro cara e grava o ato para ser exibido para o parceiro ao chegar em casa.

O parceiro fica observando a ação entre a parceira e o Bull, sem participação.

O parceiro fica observando a transa e, logo após o Bull gozar dentro da mulher, o parceiro transa com ela. 

O parceiro participa da ação (sexo a três), alternando momentos de atividade e de voyeurismo.

Como conversar sobre isso com a parceira?

A primeira abordagem é sempre a mais difícil. Afinal, como quebrar o gelo de contar para a parceira que você quer vê-la com outro homem? Se não tiverem nenhuma outra prática liberal anterior, dar o primeiro passo pode parecer mais complicado ainda.

Uma dica para dar o primeiro passo: quando estiverem na cama incentive-a compartilhar suas fantasias mais secretas. Quando for a sua vez, conte sobre seus fetiches.

Se ela parecer receosa, achando que é uma espécie de "teste" para saber se ela quer transar com outros homens, seja sincero e desconstrua essa imagem. Descreva os detalhes, mostre-se animado com essa tara. Deixe bem explícito sua vontade e ela perceberá que não é nem de perto um teste.

Dê detalhes, diga como imagina a cena. Foque no que mais te atrai nesta ideia e deixe a sua parceira perceber o quanto isso te excita. Caso ela se mostre predisposta a topar realizar esta fantasia, conte alguns detalhes quando estiverem transando e peça a ela para imaginar a cena e lhe contar. Construam essa fantasia juntos. Lembre-se que para muitas parceiras pode haver dificuldade de se imaginar com outro homem, principalmente com você assistindo, receio de ciúmes, de não se sentir à vontade, de o cara fazer algo que possa desagradar vocês, por isto diálogo é fundamental para decidirem o que realmente irá acontecer e, principalmente, definirem os "limites" que o outro não está disposto a ultrapassar.

A partir daí, decidam como será o novo homem: pode ser alguém conhecido? Não? Vão levar ele para a casa de vocês? Se não for um conhecido, como vão encontrá-lo?

Você não precisa participar da prática, mas vale conhecê-la. Mas se der certo e “rolar” compartilhe conosco!