...“Sexo é um intercâmbio de líquidos, de fluidos, de saliva, hálito e cheiros fortes, urina, sêmen, merda, suor, micróbios, bactérias. Ou não é. Se é só ternura e espiritualidade etérea, se reduz a uma paródia estéril do que poderia ser. Nada !!!!!!” Pedro Juan Gutierrez - Trilogia Suja de Havana

4.11.26

LAURA PANNACK – JOVENS NATURISTAS BRITÂNICOS


Laura Pannack (nascida em 1985) é uma fotógrafa britânica de documentários sociais e retratos, radicada em Londres. Desde 2008, ela tem recebido prêmios por seu trabalho e realizado exposições individuais. Suas obras frequentemente retratam crianças e adolescentes. A próxima galeria faz parte de seu projeto "Jovens Naturistas Britânicos".

















30.10.26

2# O CLIMA ESQUENTANDO SOB O SOL DA PARAÍBA


No Capitulo Anterior - A viagem para João Pessoa tinha tudo para ser só uma pausa no meu "corre" e uma tentativa de tirar a Hellen do fundo do poço. Mas com a Helena no comando, o sossego foi pro espaço rapidinho. Bastou uma ida ao shopping pra comprar biquíni e o pudor da família Escobar desceu pelo ralo. Transformei o provador da loja num camarote VIP, instigando minha mulher e minha afilhada a provarem as peças mais minúsculas, cavadas e provocantes que a vendedora trazia. Vi a Helena se exibindo com aquele tesão de sempre e, de quebra, sequei o corpão da Hellen seminua, atiçando um voyeurismo do caralho. 
De volta ao hotel, ainda rolou flagra das duas raspando as bucetinhas no banheiro. Pra foder de vez o meu juízo, encerramos a noite no mesmo quarto, as duas estiradas nas camas vizinhas só de calcinha e camiseta fina. O tesão bateu no teto com aquela sensualidade crua no escuro, mas ali, dividindo o espaço, tocar na Helena estava fora de cogitação naquele instante. No dia seguinte, Helena cismou que João Pessoa era agitada demais. Eu não sabia para onde íamos, mas quando os pneus do carro começaram a estalar na estrada de terra batida, cercada por falésias vermelhas e mar aberto, eu entendi: o destino era o isolamento bruto, praias selvagens e esquecidas pelo mapa convencional, bem longe da civilização. Se você acha que ver calcinhas e camisetas no quarto de hotel foi o limite, prepare-se. O sol escaldante da Paraíba estava prestes a derreter o pouco de decência que ainda fingíamos ter. Eu só não imaginava que o isolamento daquela estrada de terra e o vento daquela praia desconhecida seriam o estopim exato para explodir qualquer barreira restante entre padrasto, mãe e filha.


Na manhã seguinte, tomamos um bom café antes de pegarmos a estrada em busca de praias tranquilas longe da cidade. Quase uma hora de asfalto e terra, desliguei o motor diante de uma faixa de areia praticamente deserta, crua, onde o mar batia sem testemunhas.

Helena e Hellen não hesitaram: largaram as coisas e foram direto para a água, cortando a arrebentação sob o calor pesado que já subia da areia. Eu me instalei sob a copa generosa de uma árvore à beira da praia, na fronteira exata entre a sombra fresca e a claridade implacável, observando de longe o ritmo solto das duas contra a imensidão azul, como quem assiste ao desenrolar de uma cena sem pressa de intervir.



Ao se aproximarem percebi que os biquínis das duas  quando molhados, tornavam-se transparentes, revelando os mamilos e a rachas das  bucetas. Helena ficou incomodada, mas não tinha o que fazer. “relaxem ninguém nos conhece e não devemos nada a ninguém.” Hellen falou “Eu já desconfiava que isso podia acontecer. Esses biquínis são da linha super sexy, sem forro, ficam colados no corpo e meio transparentes, são feitos para provocar”.





Helena disse: “Moda de exibicionismo, estou me sentindo nua”

Eu sorri e falei: “Pronto, então vocês já estão aptas para ir conhecer uma praia de nudismo.”

Helena retrucou: “ Só você mesmo para ter essas ideias” 

Eu havia falado por falar, mas me senti na obrigação de responder: “eu acho que não tem nada de mais.”

Elas acabaram se acostumando com os biquínis e já não se importavam mais com a transparência e os olhares dos voyeurs.  Não se importavam com o tecido transparente que colava no corpo, mostrando contornos e atraindo olhares indiscretos de quem passava pela areia. Estendemos as esteiras sob a brisa morna do mar, aquele vento úmido com cheiro de sal e protetor solar que parecia amortecer qualquer resquício de vergonha.

Foi quando um grupo de garotas cruzou a nossa linha de visão, caminhando à beira d’água, com os peitos e buceta de fora, sem qualquer pudor, deixando o sol queimar parte do corpo nu. Não perdi a deixa: “viram só? Vocês duas de drama por causa de uma transparência boba, e as meninas peladinhas”



“Fodam-se elas! Eu estou me sentindo nua”, disparou Helena, ajeitando o tecido que estava deixando os bicos do peito a mostra.

Sorri e falei: “Aproveitem. Estamos de férias no Nordeste, somos livres e não somos tão caretas assim!”

Helena me provocou dizendo: “Então, também podemos ficar nuas? Você não se importa se os caras ficam olhando pra a gente com tesão?

“Eles que babem! Problema deles. Eu fico orgulhoso de ver minhas duas mulheres lindas, causando inveja em todas as outras na praia.”

Hellen achou graça e a mãe, respondendo ao me desafio tirou a parte de cima do biquíni e disse: “Satisfeito? Vou ficar sem, assim bronzeio os seios.”

Fiz sinal de aprovação. Hellen imitou a mãe e tirou a parte de cima do biquini, revelando seus lindos seios com biquinhos durinhos.

“ Ótimo! Liberdade é tudo! Em breve as duas estarão nuas!”

Helena disparou: “Ah, só faltava essa, ficarmos peladinhas”  

Dei de ombros, deixando escapar um meio sorriso: “Qual é o drama? Na praia de nudismo as pessoas tiram a roupa, simples assim. A vibe não é se exibir para o mundo, é curtir o momento. É aquela sensação de se livrar dos panos, sentir o sol e o vento sem filtro algum.” 

Lancei a ideia só para sentir o terreno, saber se elas topavam a experiência. Helena sorriu e disse de brincadeira, só para me provocar: “Só um padrasto degenerado leva a esposa e a afilhada para se exibir na praia de nudismo!”



A conversa não passava de um bate-bola ensaiado, aquele jogo de alfinetadas sem atrito que eu e Helena dominávamos como ninguém. Puro teatro de cumplicidade. Antes mesmo que eu pudesse formular uma resposta atravessada, Hellen cortou a conversa: “Ih, mãe, que coisa mais careta! Praia de nudismo é cheia de família, criança correndo, amigos trocando ideia... Não tem nada a ver com sacanagem, é só um estilo de vida natural, desprendido.” 

A fala dela foi certeira, pontuando a leveza do momento e quebrando qualquer resquício de moralismo barato que tentasse se instalar ali. Helena ergueu uma sobrancelha, aquele olhar afiado de quem tenta desvendar se a proposta era provocação ou pura audácia.

"minha filha, quer dizer que para você está tudo bem irmos lá curtir os peladões?" - disparou ela, medindo o terreno.

Hellen devolveu com um meio sorriso cúmplice, os olhos brilhando em pura sacanagem. "Claro! Você não está curiosa? Atravessamos o país, estamos aqui na cara do gol e vamos dar meia-volta sem nem conferir a famosa praia de nudismo de Tambaba?

O contra-ataque desarmou a mãe na hora. Helena ficou estática, oscilando o olhar entre a filha e eu, sem réplica pronta na ponta da língua. Peguei o gancho no ar, com o descaramento habitual:

“A Hellen matou a charada. Férias no Nordeste, três adultos com zero vocação para puritanismo de missa de domingo. Não tem regra no mundo que proíba a gente de ver qual é a do lugar. E convenhamos: as duas capricharam tanto na depilação que eu achei que era para mostrar!”

Hellen caiu na risada, o tipo de riso solto que há meses não aparecia. Para Helena, aquilo foi o suficiente. Atenta a cada milímetro do humor da filha, percebeu a virada: a garota que até ontem se afundava em inseguranças agora tomava a frente da decisão, viva, disposta a encarar o jogo.

 

“ Então fechou! Se querem ir, eu não vou ser o freio de mão. Do jeito que estamos quase peladas aqui, meio caminho já está andado. Ficar nua em Tambaba não fará tanta diferença assim."

28.10.26

COMO SERÁ ESSA GATA PELADINHA?




Você olha para o rostinho lindo da gata e imagina:

-Lindinha desse jeito, como será essa loira ou a morena peladinha?

-Tem peitão? Peitinho? A buceta é rosadinha? tem grandes lábios? tem grelão? São escuros, peluda ou lisinha?

Vamos "matar" sua curiosidade!











21.10.26

MEU FETICHE É SAIR À RUA SEM CALCINHA

Aprendi ser exibicionista com o meu marido. Adoro me exibir. Ultimamente vou trabalhar ando em público, de ônibus, metrô, de carro sem calcinha. 
Esse fetiche começou quando ainda namorávamos e transávamos no carro em uma praça aqui em São Paulo. Muitas vezes estávamos metendo passava alguém e ficava olhando. Eu tentava me comportar e ele me incentivava a continuar e deixar o cara olhar. isso começou a me dar muito tesão e logo eu mesma queria transar com as janelas do carro abertas para as pessoas olharem.  
Casamo-nos e continuamos com os nossos fetiches. Fomos morar em um apartamento, andávamos pelados e, de vez em quando, transávamos no sofá para os vizinhos olharem. As vezes meu marido ficava escondido e eu mostrava a buceta e o vizinho batia punheta! 
Meu marido adora sair comigo quando eu estou sem calcinha. Sempre dou um jeito que alguém note, principalmente em bares ou restaurantes. Sempre procuro me sentar de um jeito que fique em frente à algum homem. Quando notam que eu estou sem calcinha com a buceta aparecendo, eu provoco meu marido:
Amor, aquele cara não tira os olhos da minha buceta!
Ele fica doidinho de tanto tesão não vendo a hora de chegar em casa e me comer.


Um dia fomos abastecer o carro, paramos e o frentista se ofereceu para lavar o vidro do carro. Eu estava sentada no banco do carona com as pernas bem abertas. Quando ele viu minha buceta depiladinha, coidadinho ficou até meio tonto...!! para provocar mais, levantei a perna para a buceta ficar bem a mostra. Ele ficou olhando e o meu marido para sacanear, perguntou se ele nunca tinha visto uma xoxota e não podia ficar olhando a buceta de uma mulher casada rsrsrs. O cara ficou desconcertado!!


As vezes estamos na rua, a noite, com tesão, ai vamos matar saudades de onde tudo começou - na praça, transar no carro com as pessoas olhando.
Dá muito tesão!