19.10.26
14.10.26
1# A VIAGEM QUE TRANSFORMOU A FAMILIA ESCOBAR
Eu, produtor cultural viciado em adrenalina, em viver o agora, me vi obrigado a dar um tempo nesse “corre”, antes de ser abatido por um infarto fulminante e perder de vez minha mulher Helena, 36 anos, arquiteta, corpo esculpido na academia, bunda de parar o trânsito, uma obra de arte que ela faz questão de exibir com a descontração de quem sabe o que tem. Eu? Tenho 48, físico de futebol de fim de semana, sem barriga, cabelos castanhos. Só fico curtindo, aproveito pouco, quase não meto, estou naquela fase “uma com fé eu dou a segunda pode falhar”.
Para foder mais nossa relação e paz familiar, Hellen, minha afilhada, estava bem para baixo. Foram três porradas bem dadas que a vida, num momento curto, deu nessa menina de 17 anos. Primeiro tomou um pé na bunda do patrão, depois fracassou no vestibular de medicina e por último o namorado “pediu um tempo”. Não queria mais sair de casa, se escondia.
Helena, minha esposa, nos convenceu de que o sol do Nordeste era a cura para tudo e para todos!
O voo até João Pessoa foi tranquilo, embalado pela expectativa do – sexo, suor e cerveja – de leve, para quebrar a rotina dura. Desembarcamos e fomos direto para o hotel. Um tesão! Frente ao mar, suíte espaçosa com varanda, cuja brisa trazia o som e o cheiro do mar. Um único, porém: as duas camas uma ao lado da outra... confortáveis para dormir, mas ruins para trepar. Sim, fui como espírito da maldade - tirar o atraso e meter muito!
Desarrumamos as malas rapidamente, mas o clima de preguiça e sossego descanso durou pouco. Ao invés de caminharmos pela praia, tomar umas cervejas, a primeira proposta foi: “vamos ao shopping comprar biquínis!”.
Ao chegarmos na loja as duas se perderam em meio a araras e montes de modelos com estampas tropicais. Depois de juntarem uma pilha generosa para provar, desapareceram em direção aos provadores no fim do corredor. Cada uma em um a apenas alguns passos de distância.
Eu me acomodei numa banqueta transformando os provadores em camarote particular. A cada cortina que se abria, o impacto visual era imediato. Elas saíam meio passo para fora, exibindo o caimento do biquini e pediam minha opinião sincera e sem filtros. E eu estava lá para isso: queria ver cortes cavados, modelos que esculpissem e realçassem a beleza e a gostosura das duas. Fui opinando, instigando, valorizando os decotes mais escandalosos, provocantes e sensuais. Gosto de vê-las sexy, dominantes, atraindo olhares — e o meu ciúme passou longe há anos; sou o primeiro fã do espetáculo.
A vendedora passou por mim carregando mais alguns cabides. Lancei uma piscadela e pedi, sem me importar com o decoro: “traga biquínis mais ousados que você tiver, com modelagens menores, recortes geométricos e transparências para destacar as curvas delas”. No quinto modelo que provaram, a brincadeira já tinha rompido qualquer barreira de inocência. Elas desfilavam com biquínis minúsculos, cavados que colavam na pele, deixando cada curva dos corpos ainda mais sensual e até um pouco pornográfica.
Numa daquelas idas e vindas aos provadores a cortina correu de lado. Era Helena me encarando com aquele sorriso maroto e num tom de provocação deliberada, me mostrou no corpo um modelo e perguntou se não estava “despida demais”. O modelo era um biquíni estampado, moldando com precisão cirúrgica às curvas dela - as peças mal cobriam os peitos e a bucetinha. Atrás era bem cavado deixando parte da bunda exposta. Respondi sem hesitar: Ficou Sexy! Exatamente o que eu queria ver em você!
Hellen, por outro lado, tímida e discreta escolhia opções mais discretas e contidas. Para não ficar muito diferente dos biquinis da mãe, resolvi palpitar. Apontei para peças menores e mais arrojadas, incentivando que ela rompesse a caretice.
Entre o calor do ambiente e a intimidade que existe entre nós, o pudor caiu por terra; a cortina do provador permaneceu aberto, transformando o ato de experimentar os biquínis em um ritual de voyerismo. Como o provador ficava nos fundos da loja, um local privativo, eu podia confortavelmente assistir as duas se despindo e se vestindo. Eu não via Hellen seminua fazia algum tempo e fiquei admirado em ver seu corpo perfeito, com seios lindos, mamilos castanhos, e a xoxotinha com poucos pelos. A bunda então, uma perfeição da anatomia. Hellen é a cópia da mãe. Eu olhava o corpão da minha afilhada me lembrando de como começou nossa intimidade, mas isso merece um capitulo a parte rsrs!
Finalmente, depois de mais de dez modelos provados, cada uma escolheu dois biquínis para levar e duas saídas de praia.
Voltamos para o hotel, para nos trocar e caminhar na praia. Eu vesti minha bermuda a camiseta e esperei as duas se arrumarem, que permaneciam e demoravam no banheiro. Bati na porta e entrei – Caraleo, que cena! Flagrei as duas se depilando. Fiz cara de paisagem e pedi que se apressassem.
- Os biquínis que compramos são pequenos, temos que tirar todos os pelinhos...

Concordei. Dei uma última espiada de leva nas bucetinhas recém depiladas e voltei ao quarto. Tempo depois mãe e filha, surgem maravilhosas, com as saídas de praia por cima dos biquínis, prontas para aproveitar a praia em frente do hotel.


Mas o descanso durou pouco. No quarto de hotel compartilhado, Helena e Hellen se deitaram apenas de calcinha e camiseta fina. Ver as duas ali, estiradas, transbordando uma sensualidade crua no escuro, me deu um tesão monumental. A proximidade delas, a respiração compassada e o calor daquele quarto viraram minha mente do avesso - pena que, dividindo o mesmo espaço, tocar Helena estava fora de cogitação naquele instante.
No dia seguinte, Helena cismou que João Pessoa era muito agitada. Eu não sabia para onde íamos, mas quando os pneus do carro começaram a estalar na estrada de terra batida, cercada por falésias vermelhas e mar aberto, eu entendi: o destino não era o isolamento bruto, praias selvagens e esquecidas pelo mapa convencional, bem longe da civilização.
Se você acha que ver calcinhas e camisetas no quarto de hotel foi o limite, prepare-se. No próximo capítulo, o sol escaldante da Paraíba vai derreter o pouco de decência que ainda fingíamos ter. Eu só não imaginava que o isolamento daquela estrada de terra e o vento daquela praia desconhecida seriam o estopim exato para explodir qualquer limite restante entre padrasto, mãe e filha - a família Escobar.
12.10.26
9.10.26
O ÚLTIMO METRÔ - CINEMA ERÓTICO DE TINTO BRASS
A partir de hoje vamos "cair de boca e penetrar nas entranhas" do mundinho do cinema erótico e do soft pornô. Postaremos cenas hot e mostraremos os bastidores de filmagem e saber mais e mais sobre os diretores e diretoras, atores e atrizes de adult movie.Vamos esfregar a película do sexo na cara do leitor!
E para começar com o pé direto nada melhor que o um clássico soft pornô, dirigido pelo mestre italiano Tinto Brass - O Último Metrô - L’Ultimo Metro (The Last Train) 1999 - curta metragem 23 min - Direção Tinto Brass. Elenco: Deborah Cali, Iarno Beraldi, Sasa Vulicevic e Angelo Tanzi.
Um jovem italiano, Giorgio (Jarno Berardi) entra no metrô de Roma com um amigo, onde eles notam uma mulher (Debora Cali) que acabou de sair do banheiro com o vestido enfiado acidentalmente na calcinha. Eles contam a ela sobre sua exposição inadvertida, após a qual um dos meninos embarca em um trem, deixando seu amigo apaixonado em pé na plataforma - totalmente apaixonado pela adorável jovem. Os dois estão esperando em plataformas opostas, onde aguardam o último trem. O jovem proclama seu amor à primeira vista, dizendo que ela é a mulher mais linda que ele já viu. Obviamente lisonjeada, a mulher retribui de uma forma que o jovem nunca esquecerá. A linda mulher se posiciona na plataforma oposta e, enquanto o trem não chega e para delírio do jovem italiano, faz um strip-tease espetacular! Uma curiosidade - em uma das cenas Tinto Brass aparece sentado em um banco da plataforma. Assista o Último Metrô clicando aqui!
Tinto foi jornalista na revista Penthouse e ator nos filmes La Donna è Uma Cosa Meravigliosa de Mauro Bolognini (1964); Lucignolo de Massimo Ceccherini (1999); La Rabbia de Louis Nero e Il Nostro Messia de Claudio Serughetti (2008); Impotenti Esistenziali de Giuseppe Cirillo (2009).
7.10.26
A BABA DO BOQUETE : VOCÊ COSPE OU ENGOLE?
5.10.26
2.10.26
JAPONESE SEX TATOO - EROTISMO NA PELE
30.9.26
COMO SURGIU O REFÚGIO DO NATURISMO HEDONISTA

Se vocês acham que essa molecada engravatada de hoje inventou a putaria e a rebeldia, vocês não entendem é de porra nenhuma! Puxem uma cadeira e ouçam a voz da experiência no mundinho do naturismo hedonista:
- Sou a Zelda. 76 anos estupidamente bem vividos, com rugas de quem já gargalhou na cara do perigo e gozou litros sem pedir licença para deus ou o diabo! Tenho o fogo francês fervendo nas veias e cuspo com gosto na cara da hipocrisia. Minha revolução sexual nunca precisou de cartilha moral: perdi o cabaço novinha com um homem bem mais velho, quebrando tabus antes mesmo da maioria de vocês nascer, descobrindo cedo demais que a buceta e a pele foram feitos para queimar de tesão.
Viver reprimido, escondendo a própria carne, é um crime doentio contra a natureza!
Desde garota me atirei no naturismo hedonista, buscando satisfação pessoal no talo, trepadas sem compromisso, sem coleira e sem vínculo afetivo asfixiante. Nos anos 1980, entrei de cabeça no olho do furacão: a cidadezinha de Cap d’Agde, na costa mediterrânea da França. Aquilo era o éden da perdição para libertinos, voyeurs, exibicionistas e swingers loucos por adrenalina! A galera andava nua em qualquer canto: faziam compras no mercado, pagavam contas no banco, cortavam o cabelo e comiam na padaria com paus, peitos e cus balançando livremente ao vento, sob o sol da Riviera!
E eu era muito linda e gostosa aos 20 anos. Loira, olhos claros, peitinhos durinhos feito pedra, barriga chapada, coxuda e com uma bunda arrebitada que fazia marmanjo tropeçar nas areias da praia. Eu adorava ficar peladinha, exibir e esfregar minha juventude na cara daquele povo! Foi nesse matadouro de luxúria que dei de cara com Gustav, minha alma gêmea da devassidão. Um holandês colossal de quase um metro e noventa, armado com um pau colossal, cabeçudo, com anel peniano de metal enfeitando a rola - coisa que eu nunca tinha visto na vida. Aquele gigante me desmontou só com o olhar faminto!
Não teve cortejo babaca, frescura ou joguinho desinteressado. O sangue ferveu na hora e nos atracamos ali mesmo, no chão da praia, socando com violência e sem freio nas areias quentes, enquanto uma plateia de voyeurs aplaudia e se masturbava vendo a nossa foda selvagem. Ninguém se escondia; o tesão explícito era a nossa comunhão diária!
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