...“Sexo é um intercâmbio de líquidos, de fluidos, de saliva, hálito e cheiros fortes, urina, sêmen, merda, suor, micróbios, bactérias. Ou não é. Se é só ternura e espiritualidade etérea, se reduz a uma paródia estéril do que poderia ser. Nada !!!!!!” Pedro Juan Gutierrez - Trilogia Suja de Havana

9.9.26

TAMBABA - PRAIA DE NUDISMO NA PARAÍBA


Distante cerca de 40 km do centro turístico de João Pessoa - Paraíba, a praia de Tambaba é a sétima praia da Costa do Conde, sendo a que mais desperta a curiosidade dos visitantes, pois foi a primeira praia, oficialmente, naturista do nordeste brasileiro. 

O visitante, ao chegar a praia, encontra um primeiro trecho de faixa de areia onde o uso de vestimentas é obrigatório. A beleza de Tambaba já está representada naqueles metros de paraíso, pois piscinas naturais já se formam na maré baixa e o coqueiro símbolo da praia cresce no alto de uma pedra. Na enseada seguinte, porém, a nudez é obrigatória: o visitante recebe as instruções da praia, passa por uma escadaria e a partir deste ponto, desfruta da natureza na liberdade que a nudez completa permite.








5.9.26

A ORGIA PROFANA DE ROBERTO FERRI


Era um domingo de ressaca navegando no X quando meus olhos trombaram com a insanidade pictórica do italiano Roberto Ferri - o gênio marginal nascido em Taranto (1978) e formado pela Escola de Belas Artes de Lisippo (1996). O cara invadiu Roma em 1999 como autodidata e devorou a pintura clássica até o século XIX! Engoliu o jogo dramático de luz e sombra de Caravaggio e dissecou os acadêmicos: David, Ingres, Girodet, Géricault, Gleyre e Bouguereau. O resultado? 

Uma orgia profana de barroco com surrealismo moderno!

A tela é um soco no estômago! Esqueça a beleza clássica idealizada; Ferri pinta corpos musculosos e crus, exalando uma tensão erótica, visceral e provocativa. É a colisão satânica entre o divino e o profano, a beleza e o desconforto, a vida e a morte. 









4.9.26

SEXO, DROGAS E ROCK - WOODSTOCK 1969


Woodstock reuniu mais de 30 atrações lendárias, mas o bastidor das recusas é tão surpreendente quanto o próprio lineup. Enquanto artistas se consagravam no palco em Bethel, grandes nomes da música recusaram o convite por motivos que vão de paranoias a desavenças ideológicas.
Led Zeppelin: O empresário da banda recusou o convite por achar o evento "desinteressante" e considerar o restante do lineup amador.
The Doors: Jim Morrison temia por sua segurança, tomado pela paranoia de que seria assassinado no palco.
The Beatles: A presença travou na burocracia do governo americano, que negou o visto de entrada para Yoko Ono, companheira de John Lennon.
Bob Dylan, Frank Zappa e Jethro Tull: Recusaram o convite abertamente por restrições e antipatia em relação ao estilo de vida da comunidade hippie.
Mesmo com essas ausências de peso, o festival alavancou a carreira dos presentes e redefiniu os parâmetros dos grandes eventos artísticos no planeta.