...“Sexo é um intercâmbio de líquidos, de fluidos, de saliva, hálito e cheiros fortes, urina, sêmen, merda, suor, micróbios, bactérias. Ou não é. Se é só ternura e espiritualidade etérea, se reduz a uma paródia estéril do que poderia ser. Nada!!” Pedro Juan Gutierrez - Trilogia Suja de Havana

14.10.23

#10 MARLENE - A VIZINHA COROA GOSTOSA


As "Tias", amigas da minha mãe continuavam alimentando minha imaginação e minhas punhetas. Uma delas era Marlene, negra, solteirona, 40 anos, alta, peitos grandes e bundão. Ela morava com a mãe, em uma casa antiga próxima à minha. Trabalhava como costureira, manicure e vendia roupas. Vira e mexe minha mãe pedia para ir até a casa dela levar e buscar coisas. Marlene atendia à porta sempre bem arrumada, vestido que marcava o corpo, decotado, algumas vezes transparente, batom vermelho, brincos de argolas e um perfume marcante. Eu entrava pela sala de visita e me sentava na poltrona de frente para ela, com vista privilegiada daquelas coxas deliciosas e as vezes, pelo vão das pernas, a calcinha.  

- Mamãe, veja como Leozinho cresceu. Está um garotão lindo, educado, responsável e estudioso!! Virou um rapagão. Deve ter um monte de namoradinhas.

- Não tenho nenhuma não, tia Marlene.

Um dia minha mãe pediu que eu fosse até a casa dela para experimentar algumas roupas que tinha comprado para mim. Toquei a campainha e Marlene respondeu: 

- Leozinho pode entrar a porta está aberta. 

Sentei-me na sala na sala. Marlene sempre repetia o mesmo comentário sobre as namoradas. Eu falava pouco, não podia deixar escapar o que tinha acontecido com a tia Turca, o Pedrinho e minhas primas. Depois dessa conversa ela me levou até o quarto:

- Leozinho as roupas estão em cima da cama, experimente e me chame para eu fazer os ajustes.

A porta do quarto entreaberta. Marlene passou e me viu só de cueca. Com um olhar diferente, safado, entrou, se aproximou de mim e falou:

- Vista a calça que quero ver se ficou boa.

Vesti. Ela se ajoelhou na minha frente deixando seus peitões a mostra...estava sem sutiã. A tia, inspiração das minhas punhetas, ajoelhada na minha frente com os peitos quase que para fora... meu pau começou a pulsar dentro da cueca.

- A calça ficou boa, mas precisa de ajustes. Pode tirar essa e vista a outra. Tirei e fiquei de lado tentando esconder o pau duro, sem sucesso. Quando ela viu o volume da minha rola, falou: 

- Você cresceu mesmo hein!



Coloquei a calça, ziper aberto, fiquei de frente para ela. Marlene sem falar nada, se ajoelhou, abaixou minha calça, a cueca, segurou meu pau e começou a me chupar enquanto me olhava nos olhos, passava a língua na cabeça e engolia. Segurei ela pelo cabelo e comecei a socar a rola na boca dela. 

Marlene abaixou o vestido encaixou meu pau no meio dos peitos e disse:

- Quer que eu faça uma espanhola? 

- Tia, não sei o que é... 

Ela juntou os peitos e coloca a minha rola no meio deles, apertava e movimentava até a cabeça encostar na boca.

Comecei a chupar os peitões. Passava a língua nos bicos pretos, mordia bem de leve, depois passava para os outros seios, chupava e mordia o bicão também, bem de leve a mordida.

- Para quem não tem experiência nenhuma, você faz direitinho rsrs. 

Fui descendo as mãos, coloquei por dentro da calcinha dela, e logo senti a bucetona molhada.

- Mas que menino safado! Você vai me contar com quem aprendeu fazer tudo isso! Agora vou chupar seu pau para meter em mim!


Tia Turca tinha me ensinado, mas não podia falar nada! Peguei a mão dele e coloquei no meu pau para ela punhetar… Ela já implorando para eu colocar na sua bucetinha bem molhadinha:

- Mete na minha buceta logo seu safadinho, me come!

Puxei sua calcinha pro lado e coloquei a cabecinha do meu pau naquela buceta fechadinha (acho que de tanto tempo que não recebia um cacete) e fui colocando, forçando bem devagarzinho enquanto ela ia se contorcendo… Comecei a socar bem devagar e a bucetinha dela foi se abrindo e o meu pau entrando cada vez mais, até que numa forçada, entrou todo o resto que faltava…Meti bem gostoso, meu pau entrando e saindo naquela bucetona preta e peluda. 

- Vou gozar!

Acelerei o ritmo e comecei a meter mais forte também…

- Quero gozar no seu cuzinho.

- Só dei o cu uma vez e fazia muito tempo

- Coloco bem devagar como...

Quase deixei escapar que comia o cuzinho da minha prima! Ela nem percebeu.



Fui colocando, estava apertado, mas meladinho. O pau entrou inteirinho. ela gemia alto e na última estocada botei com tudo quase que minhas bolas entram também. Eu gozei muito.

- Nossa, que loucura que fizemos… Sua mãe nunca vai me perdoar 

- E quem disse que ela precisa saber? Nem ela nem ninguém! Vou fazer os acertos e volte amanhã à tarde, estarei sozinha!

10.8.23

NÓS QUE AMAVAMOS AS CHACRETES


Machos adolescentes (e o mais "crescidinhos" também) que viveram as décadas de 1970 e 1980, guardam deliciosas lembranças daquelas meninas gostosas, CHACRETES, que nas noites de sábado dançavam e animavam o programa Buzina do Chacrinha! Como sou dessa geração resolvi procurar na net fotos dessas musas televisivas que tanto inspiraram nossas punhetas!
Horas de procura e nada! Só matérias relacionadas ao documentário Alô, Alô Terezinha de Nelson Hoineff. Resolvi ir a luta e “descolei” uma revista HOMEM (precursora da Playboy) de 1980, com fotos de algumas dessas deliciosas CHACRETES, que você pode ver aqui.
Segundo Chacrinha em entrevista a Revista “As chacretes surgiram com Carlos Manga na TV Excelsior. Naquela época abria-se programa com oito bailarinas do teatro municipal. Nesse tempo elas chamavam “tevezinhas” ficavam no chão mexendo as pernas, acompanhando a musica. Em 1967, quando o programa foi para a TV RIO, o Boni contratou 20 moças bonitas para enfeitarem o palco. Primeiro foram chamadas de vitaminas do chacrinha e depois em 68 de CHACRETES.”

Bia Zé Colméia, Cida Cleópatra, Cristina Azul, Daisy Cristal, Érica Selvagem, Esther Bem-Me-Quer, Estrela Dalva, Fátima Boa Viagem, Fernanda Terremoto, Garça Dourada, Gláucia Sued, Gleice Maravilha, Graça Portellão, Gracinha Copacabana, Índia Amazonense, Índia Poti, Jussara, Leda Zepelin, Lia Hollywood, Loura Sinistra, Regina Polivalente, Rita Cadillac, Rosane da Camiseta, Roseli Dinamite, Sandra Pérola Negra, Sandrinha Radical, Sarita Catatau, Sueli Pingo de Ouro, Valéria Mon Amour, Vera Furacão. 

2.8.23

BELLOCQ E AS PROSTITUTAS DE STORYVILLE


O ano era 1912, quando o celebrado fotógrafo americano John Ernest Joseph Bellocq viajou até Storyville não a prazer, mas à trabalho, para fotografar o dia-a-dia das profissionais do sexo no começo do século XX - As prostitutas do distrito da luz vermelha de Nova Orleans, Louisiana.

Essa série de fotos secretas de Bellocq que retratam o cotidiano de mulheres gordinhas, algumas nuas, outras vestidas, posando e representando uma narrativa misteriosa. 

Algumas dessas mulheres parecem desconfortáveis nas fotos, não porque estão nuas, mas provavelmente porque não têm ideia de como posar na frente de uma câmera. Outras parecem muito confortáveis, relaxadas, posando com uma graça inocente. As fotos refletem o padrão das mulheres da época, vestidas com roupas do século XIX, elas têm um charme do velho mundo. As fotografias tornam-se ainda mais intrigantes pelos detalhes que revelam sobre as condições de vida no interior destas casas “especializadas”. 

Algumas fotos foram gravemente danificados - rostos foram raspados ou pelo seu irmão, padre jesuíta que os herdou após a morte de EJ, ou pelo proprio Bellocq já que o dano foi causado enquanto a emulsão ainda estava úmida. 

Essas fotos não foram publicadas pelo autor, elas foram descobertas anos depois de sua morte, em 1949, escondidas em uma pasta empoeirada dentro do porão da sua antiga casa. O responsável pela descoberta foi o também fotógrafo Lee Friedlander, que editou o livro de 1974 Storyville, New Orleans: Being an Authentic, Illustrated Account of the Notorious Red-Light District, de Al Rose, oferece uma visão geral da história da prostituição em Nova Orleans.


















Ernest Joseph Bellocq (1873–3 de outubro de 1949) nasceu em Nova Orleans e começou sua carreira fotográfica, primeiro como fotógrafo amador e depois profissional, fotografando principalmente navios e máquinas para empresas locais da região. Bellocq não era um “artista” pretensioso, seu trabalho é muito informal, quase antiartístico.



26.7.23

A CRIAÇÃO DA XOXOTA



Sete bons homens de fino saber

Criaram a xoxota, como pode se ver:

Chegando na frente, veio um açougueiro

Com faca afiada deu talho certeiro.

Um bom marceneiro, com dedicação

Fez furo no centro com malho e formão.

Em terceiro o alfaiate, capaz e moderno

Forrou com veludo o lado interno.

Um bom caçador, chegando na hora

Forrou com raposa, a parte de fora.

Em quinto chegou, sagaz pescador

Esfregando um peixe, deu-lhe o odor.

Em sexto, o bom padre da igreja daqui.

Benzeu-a dizendo: “É só pra xixi!”

Por fim o marujo, zarolho e perneta

Chupou-a, fodeu-a e chamou-a…

Buceta!

Poema de Mário de Miranda Quintana (Alegrete, 30 de julho de 1906 — Porto Alegre, 5 de maio de 1994) foi um poeta, tradutor e jornalista brasileiro. Considerado o "poeta das coisas simples", com um estilo marcado pela ironia, pela profundidade e pela perfeição técnica.


14.7.23

O DIA QUE RITA LEE MOSTROU A BUNDA


Rita Lee abaixou a calça e mostrou a bunda para a platéia! A cena aconteceu no 04 de novembro de 2012, no Green Move, festival que contou com a presença das bandas Titãs e Jota Quest, realizado no Museu da República, em Brasília - DF. 

A Vovó do Rock repetiu a cena por ela protagonizada em Araruama - RJ, no início do ano, quando ela se apresentava ao lado do cantor Serguei.

Respondendo ao comentário de um fã, @LitaRee_real explicou no seu Twitter que "mostrar a bunda no palco é um ato d amor, do tempo q roqueiro tinha cara d bandido, vc ainda ñ era nascido".