...“Sexo é um intercâmbio de líquidos, de fluidos, de saliva, hálito e cheiros fortes, urina, sêmen, merda, suor, micróbios, bactérias. Ou não é. Se é só ternura e espiritualidade etérea, se reduz a uma paródia estéril do que poderia ser. Nada!!” Pedro Juan Gutierrez - Trilogia Suja de Havana

4.6.26

TEXTOS PUTOS: BURACO ANTI-GRAVIDEZ


Dar o cu, cura. Dar o cu é terapêutico, é saudável, debela a doença. Quando mandamos alguém tomar no cu, devemos lembrar que antes de mais nada estamos abençoando essa criatura. Quando um cu é penetrado, as pregas se rendem e nasce uma coragem, outro tipo de força. Tem um momento na foda anal que dói um pouco, sim. Mas uma vez ultrapassado esse (breve) calvário, um prazer louco é instaurado. O cu mexe com a psique, derruba crenças inóspitas e te faz mais valente. Vale a pena o rolê.

Abhiyana, Textos Putos 

21.5.26

TEXTOS PUTOS : FANTASIAS SEXUAIS


Fantasias sexuais. Adoro elas. É gostoso né? Gostoso junto com o outro, gostoso sozinho... falando no pé do ouvido ou apenas imaginando. Tem fantasias que contamos com naturalidade. Tem outras que não dividimos com ninguém, que são só nossas - dão um tesão do caralho e mexem com nossos demônios mais loucos! 

Às vezes penso que determinadas fantasias jamais devem sair do papel, pois o componente mais excitante delas reside apenas na imaginação. Sinto muito, até no sexo nos deparamos com a bendita e inevitável desilusão. Oh mundo cruel.

Abhiyana, Textos Putos


18.5.26

DOU O CUZINHO POR PRAZER!


Sempre tive prazer em fazer sexo anal. Não sei se isso é um defeito próprio de uma vagabunda ou deliciosa sodomia. O lance é que me realizo e gozo. Gozo como ninguém. E me parece, pelo menos é o que sinto que a maioria dos homens adora a mulher que dá o cu sem frescuras ou pejo. E eu dou. Ah, como dou! Dizem que a minoria das mulheres faz sexo anal só para agradar ao parceiro, mas eu faço porque gosto e porque mereço. Mereço sentir um macho bem despojado e acoplado às minhas ancas. Mereço um ferro quente e grosso me rasgando o lombo. Me cobrindo feito uma égua selvagem no cio. Tive uma amiga - Grande amiga inclusive, pois, o que ela me disse, soou como um elogio a minha pessoa. Me disse que eu me comportava feito uma vagabunda totalmente sem classe. Não sabia que foder e dar gostoso para o seu homem e fazer o que se gosta seja imoral. Enfim... cada um, ou uma, na sua. Isso que eu sinto é tara, é desejo e o bom nisso tudo é que sempre o realizo. Mas não pensem que é só isso. Simplesmente dar o cu. Não é nada disso. É questão de gostar do que se faz. E eu amo! Primeiro aquele sarro gostoso do homem que me cobre - uma brincadeirinha deliciosa antes da penetração - umas lambidinhas em volta do buraquinho, uns dedos atiçados, uns tapas na bunda... ah, só de pensar já fico cheia de tesão. O que eu gosto mesmo é de foder de lado e dar de lado. Sabe qual é a sensação? De ser a submissa do dom. De ser a safada do gigolô, de ser a putona do proxeneta. Aquele pau gostoso vai enfiando no meu rabinho e eu mexendo naquelas bolas cabeludas e cheinhas de leite. Aquelas palavras milagrosas que só o capeta sabe. Aquele reboliço de tira e mete até que o cacete se acomode ao furo... que delícia! E quando ele entra, o meu corpo vai na cadência do rebolado frenético. Dou gostoso, faço gostoso e me empino mais gostoso ainda. Gosto de dar o cu e isso ninguém me tira. Pensem o que quiserem de mim, mas não sou do tipo que um homem implora para comer o cuzinho. Eu simplesmente o ofereço de bandeja. E se isso é falta de virtude... Sou desvirtuosa mesmo, e daí?
THE CURE

14.5.26

OPINIÃO DA LEITORA: SEXO ANAL SIM OU NÃO?


Seja pelo interesse descomunal que os meninos possuem pelo sexo anal, quanto pela curiosidade das meninas, atrelada muitas vezes a experiências ruins que tiveram no passado, o sexo anal esse acaba sendo polêmico. Digo por mim - eu gosto de dar meu cu, mas confesso que prefiro ser bem comida pela buceta.

Meu prazer maior, e imagino que para a maior parte das outras mulheres também seja assim, está na buceta. Homem para me comer por trás tem que fazer um bom serviço pela frente primeiro. E meninos entendam: sexo anal depende muito de cada mulher. Tem mulher que gosta de que seja leve e com carinho e outras que preferem algo mais quente e apimentado. Eu prefiro mais quente, porque para dar o cuzinho preciso estar muito excitada e como gosto de ser dominada eu preciso ser bem comida pela buceta. 

Entra fácil? Nem sempre! É preciso ter calma, não é que nem nos filmes. Como não costumo fazer anal com meu marido a maioria das vezes preciso começar devagar e por cima, até ir me acostumando. Mas isso não quer dizer que o sexo vaginal tenha que ser "morno e carinhoso". pelo contrário... uma boa pegada é essencial (pelo menos comigo).

Posso dizer que gosto de sexo anal, dar meu cu é uma sensação gostosa sim, porém é mais pelo contexto do que pelo ato em si. Como eu gosto de ser dominada, esse tipo de situação me excita e o sexo anal é um componente gostoso, que serve para aumentar o tesão. 

11.5.26

LA DOLCE VITA MUNDANA #1

"La Dolce Vita" é uma expressão italiana que se refere a estilo de vida que valoriza o prazer, a beleza, a boa comida, a boa companhia e a celebração dos momentos impares da vida."Mundana" refere-se a algo material, profano, oposto ao espiritual, busca aos prazeres terrenos! Essa excelente junção de definições é a perfeita tradução para  “La Dolce Vita Mundana”



6.5.26

CLITÓRIS - PARA QUE SERVE ESSE BOTÃO?


Clitóris, Grelo, Grelinho – o que é? Onde fica? Para que serve? Por incrível que pareça e ainda que tenha entrado em evidência nos últimos anos como um dos símbolos do empoderamento feminino, muitas pessoas não sabem dizer ao certo o que é um clitóris.

E as dúvidas não são exclusividade dos homens – que ganharam a fama de não saber achá-lo. Muitas mulheres não sabem identificar o próprio órgão ou mesmo sabem o (grande) poder que elas têm logo ali, entre as pernas.

A Pouca Vergonha foi atrás de 10 curiosidades sobre o clitóris e bateu um papo com a fisioterapeuta pélvica e sexual Carla Pereira, para ajudar a sanar algumas das dúvidas sobre um dos protagonistas do prazer feminino:

1 – A “chave” para gozar

Coincidência ou não, a palavra clitóris deriva de um termo do vocabulário grego, que significa chave. Faz sentido, já que o órgão, quando bem aproveitado, é o caminho certo para um orgasmo (ou vários).

2 – Ponta do iceberg

Quem vê aquela tímida bolinha localizada na parte superior da vulva não imagina que aquilo que aparece é apenas uma pequena parte, a pontinha do clitóris. Pouca gente sabe porque a maior parte deste órgão é interna, mas, em média, ele inteiro tem de 8 a 9 centímetros.

3 – Antes tarde do que nunca

Ao longo dos séculos, o clitóris e o prazer feminino eram um mistério também para a própria medicina. Prova disso é que apenas em 2009 (sim, já no século XXI) o clitóris foi mapeado em um estudo publicado no The Journal of Sexual Medicine.

4 – Ponto para as meninas

Ainda que, por muito tempo, o prazer e o orgasmo femininos tenham sido deixados de lado e, até mesmo, inferiorizados em relação aos dos homens, a real situação é o justo oposto. O clitóris tem o dobro de sensibilidade e potencial de excitação que a glande do pênis – enquanto o órgão masculino tem cerca de 4 mil terminações nervosas, o feminino tem em torno de 8 mil.

5 – “Só pro meu prazer”

Esta curiosidade é mais uma vantagem feminina: as mulheres são as únicas que têm um órgão que serve única e exclusivamente para dar prazer. Ao contrário do pênis, que também tem outras atribuições biológicas, o clitóris não tem outra função que não seja fazer a mulher gozar.

6 – Ereção, OK

Ainda que não seja muito perceptível como a masculina, o clitóris também fica ereto e aumenta um pouco de tamanho com a excitação. Com o tesão, o fluxo sanguíneo no órgão aumenta e o deixa mais inchado.

7 – Freud não explica

Ainda que importantíssimo para a ciência e a psicanálise, Freud tinha uma teoria controversa sobre a sexualidade infantil que colocava o clitóris como um instrumento de prazer apenas “para crianças”. Para resumir, Sigmund acreditava que o prazer clitoriano era característico da infância e adolescência, e que para uma “menina” virar “mulher”, ela teria que, eventualmente, “anestesiar” o prazer do clitóris para passar a ter o prazer vaginal – este, sim, considerado um prazer adulto.

Para Freud, o mesmo não acontecia com os homens, que mantinham a mesma sexualidade masculina desde a infância até a vida adulta. Por este motivo, quando as meninas percebiam a “desvantagem” sexual em relação aos homens, eram tomadas pelo que ele chamava de “inveja do pênis”.

8 – Mutilação clitoriana

A remoção inteira ou parcial do clitóris, chamada de clitoridectomia, ainda é uma realidade para milhões de mulheres pelo mundo. A prática está concentrada em 30 países na África e no Oriente Médio, mas – ainda que mais rara – acontece também na América Latina, Ásia, Europa Ocidental, América do Norte, Austrália e Nova Zelândia, de acordo com a ONU.

A mutilação, que não tem justificativas médicas, é feita como forma de “purificar” as mulheres, mas pode trazer traumas físicos e psicológicos. Muitas vezes também é feita a retirada dos pequenos e grandes lábios.

9 – Clitóris tem capuz?

Existe uma pele que envolve o clitóris que funciona como uma capa de proteção para aquela pontinha do órgão que fica para fora. Batizada de prepúcio do clitóris, também é conhecida como capuz clitoriano. Outra curiosidade é que algumas mulheres têm o capuz maior que outras. Mas não é motivo para preocupação, já que ele tem mobilidade e não interfere no prazer sentido.

10 – Item de decoração

Por ser um dos principais símbolos de empoderamento do movimento feminista, o clitóris ganhou diversas versões que variam desde objetos de decoração até bijuterias, pelúcias e enfeites de Natal. Na internet é possível encontrar uma infinidade de produtos para todos os gostos.