...“Sexo é um intercâmbio de líquidos, de fluidos, de saliva, hálito e cheiros fortes, urina, sêmen, merda, suor, micróbios, bactérias. Ou não é. Se é só ternura e espiritualidade etérea, se reduz a uma paródia estéril do que poderia ser. Nada !!!!!!” Pedro Juan Gutierrez - Trilogia Suja de Havana

30.10.26

2# O CLIMA ESQUENTANDO SOB O SOL DA PARAÍBA


No Capitulo Anterior - A viagem para João Pessoa tinha tudo para ser só uma pausa no meu "corre" e uma tentativa de tirar a Hellen do fundo do poço. Mas com a Helena no comando, o sossego foi pro espaço rapidinho. Bastou uma ida ao shopping pra comprar biquíni e o pudor da família Escobar desceu pelo ralo. Transformei o provador da loja num camarote VIP, instigando minha mulher e minha afilhada a provarem as peças mais minúsculas, cavadas e provocantes que a vendedora trazia. Vi a Helena se exibindo com aquele tesão de sempre e, de quebra, sequei o corpão da Hellen seminua, atiçando um voyeurismo do caralho. 
De volta ao hotel, ainda rolou flagra das duas raspando as bucetinhas no banheiro. Pra foder de vez o meu juízo, encerramos a noite no mesmo quarto, as duas estiradas nas camas vizinhas só de calcinha e camiseta fina. O tesão bateu no teto com aquela sensualidade crua no escuro, mas ali, dividindo o espaço, tocar na Helena estava fora de cogitação naquele instante. No dia seguinte, Helena cismou que João Pessoa era agitada demais. Eu não sabia para onde íamos, mas quando os pneus do carro começaram a estalar na estrada de terra batida, cercada por falésias vermelhas e mar aberto, eu entendi: o destino era o isolamento bruto, praias selvagens e esquecidas pelo mapa convencional, bem longe da civilização. Se você acha que ver calcinhas e camisetas no quarto de hotel foi o limite, prepare-se. O sol escaldante da Paraíba estava prestes a derreter o pouco de decência que ainda fingíamos ter. Eu só não imaginava que o isolamento daquela estrada de terra e o vento daquela praia desconhecida seriam o estopim exato para explodir qualquer barreira restante entre padrasto, mãe e filha.


Na manhã seguinte, tomamos um bom café antes de pegarmos a estrada em busca de praias tranquilas longe da cidade. Quase uma hora de asfalto e terra, desliguei o motor diante de uma faixa de areia praticamente deserta, crua, onde o mar batia sem testemunhas.

Helena e Hellen não hesitaram: largaram as coisas e foram direto para a água, cortando a arrebentação sob o calor pesado que já subia da areia. Eu me instalei sob a copa generosa de uma árvore à beira da praia, na fronteira exata entre a sombra fresca e a claridade implacável, observando de longe o ritmo solto das duas contra a imensidão azul, como quem assiste ao desenrolar de uma cena sem pressa de intervir.



Ao se aproximarem percebi que os biquínis das duas  quando molhados, tornavam-se transparentes, revelando os mamilos e a rachas das  bucetas. Helena ficou incomodada, mas não tinha o que fazer. “relaxem ninguém nos conhece e não devemos nada a ninguém.” Hellen falou “Eu já desconfiava que isso podia acontecer. Esses biquínis são da linha super sexy, sem forro, ficam colados no corpo e meio transparentes, são feitos para provocar”.





Helena disse: “Moda de exibicionismo, estou me sentindo nua”

Eu sorri e falei: “Pronto, então vocês já estão aptas para ir conhecer uma praia de nudismo.”

Helena retrucou: “ Só você mesmo para ter essas ideias” 

Eu havia falado por falar, mas me senti na obrigação de responder: “eu acho que não tem nada de mais.”

Elas acabaram se acostumando com os biquínis e já não se importavam mais com a transparência e os olhares dos voyeurs.  Não se importavam com o tecido transparente que colava no corpo, mostrando contornos e atraindo olhares indiscretos de quem passava pela areia. Estendemos as esteiras sob a brisa morna do mar, aquele vento úmido com cheiro de sal e protetor solar que parecia amortecer qualquer resquício de vergonha.

Foi quando um grupo de garotas cruzou a nossa linha de visão, caminhando à beira d’água, com os peitos e buceta de fora, sem qualquer pudor, deixando o sol queimar parte do corpo nu. Não perdi a deixa: “viram só? Vocês duas de drama por causa de uma transparência boba, e as meninas peladinhas”



“Fodam-se elas! Eu estou me sentindo nua”, disparou Helena, ajeitando o tecido que estava deixando os bicos do peito a mostra.

Sorri e falei: “Aproveitem. Estamos de férias no Nordeste, somos livres e não somos tão caretas assim!”

Helena me provocou dizendo: “Então, também podemos ficar nuas? Você não se importa se os caras ficam olhando pra a gente com tesão?

“Eles que babem! Problema deles. Eu fico orgulhoso de ver minhas duas mulheres lindas, causando inveja em todas as outras na praia.”

Hellen achou graça e a mãe, respondendo ao me desafio tirou a parte de cima do biquíni e disse: “Satisfeito? Vou ficar sem, assim bronzeio os seios.”

Fiz sinal de aprovação. Hellen imitou a mãe e tirou a parte de cima do biquini, revelando seus lindos seios com biquinhos durinhos.

“ Ótimo! Liberdade é tudo! Em breve as duas estarão nuas!”

Helena disparou: “Ah, só faltava essa, ficarmos peladinhas”  

Dei de ombros, deixando escapar um meio sorriso: “Qual é o drama? Na praia de nudismo as pessoas tiram a roupa, simples assim. A vibe não é se exibir para o mundo, é curtir o momento. É aquela sensação de se livrar dos panos, sentir o sol e o vento sem filtro algum.” 

Lancei a ideia só para sentir o terreno, saber se elas topavam a experiência. Helena sorriu e disse de brincadeira, só para me provocar: “Só um padrasto degenerado leva a esposa e a afilhada para se exibir na praia de nudismo!”



A conversa não passava de um bate-bola ensaiado, aquele jogo de alfinetadas sem atrito que eu e Helena dominávamos como ninguém. Puro teatro de cumplicidade. Antes mesmo que eu pudesse formular uma resposta atravessada, Hellen cortou a conversa: “Ih, mãe, que coisa mais careta! Praia de nudismo é cheia de família, criança correndo, amigos trocando ideia... Não tem nada a ver com sacanagem, é só um estilo de vida natural, desprendido.” 

A fala dela foi certeira, pontuando a leveza do momento e quebrando qualquer resquício de moralismo barato que tentasse se instalar ali. Helena ergueu uma sobrancelha, aquele olhar afiado de quem tenta desvendar se a proposta era provocação ou pura audácia.

"minha filha, quer dizer que para você está tudo bem irmos lá curtir os peladões?" - disparou ela, medindo o terreno.

Hellen devolveu com um meio sorriso cúmplice, os olhos brilhando em pura sacanagem. "Claro! Você não está curiosa? Atravessamos o país, estamos aqui na cara do gol e vamos dar meia-volta sem nem conferir a famosa praia de nudismo de Tambaba?

O contra-ataque desarmou a mãe na hora. Helena ficou estática, oscilando o olhar entre a filha e eu, sem réplica pronta na ponta da língua. Peguei o gancho no ar, com o descaramento habitual:

“A Hellen matou a charada. Férias no Nordeste, três adultos com zero vocação para puritanismo de missa de domingo. Não tem regra no mundo que proíba a gente de ver qual é a do lugar. E convenhamos: as duas capricharam tanto na depilação que eu achei que era para mostrar!”

Hellen caiu na risada, o tipo de riso solto que há meses não aparecia. Para Helena, aquilo foi o suficiente. Atenta a cada milímetro do humor da filha, percebeu a virada: a garota que até ontem se afundava em inseguranças agora tomava a frente da decisão, viva, disposta a encarar o jogo.

 

“ Então fechou! Se querem ir, eu não vou ser o freio de mão. Do jeito que estamos quase peladas aqui, meio caminho já está andado. Ficar nua em Tambaba não fará tanta diferença assim."

28.10.26

COMO SERÁ ESSA GATA PELADINHA?




Você olha para o rostinho lindo da gata e imagina:

-Lindinha desse jeito, como será essa loira ou a morena peladinha?

-Tem peitão? Peitinho? A buceta é rosadinha? tem grandes lábios? tem grelão? São escuros, peluda ou lisinha?

Vamos "matar" sua curiosidade!











21.10.26

MEU FETICHE É SAIR À RUA SEM CALCINHA

Aprendi ser exibicionista com o meu marido. Adoro me exibir. Ultimamente vou trabalhar ando em público, de ônibus, metrô, de carro sem calcinha. 
Esse fetiche começou quando ainda namorávamos e transávamos no carro em uma praça aqui em São Paulo. Muitas vezes estávamos metendo passava alguém e ficava olhando. Eu tentava me comportar e ele me incentivava a continuar e deixar o cara olhar. isso começou a me dar muito tesão e logo eu mesma queria transar com as janelas do carro abertas para as pessoas olharem.  
Casamo-nos e continuamos com os nossos fetiches. Fomos morar em um apartamento, andávamos pelados e, de vez em quando, transávamos no sofá para os vizinhos olharem. As vezes meu marido ficava escondido e eu mostrava a buceta e o vizinho batia punheta! 
Meu marido adora sair comigo quando eu estou sem calcinha. Sempre dou um jeito que alguém note, principalmente em bares ou restaurantes. Sempre procuro me sentar de um jeito que fique em frente à algum homem. Quando notam que eu estou sem calcinha com a buceta aparecendo, eu provoco meu marido:
Amor, aquele cara não tira os olhos da minha buceta!
Ele fica doidinho de tanto tesão não vendo a hora de chegar em casa e me comer.


Um dia fomos abastecer o carro, paramos e o frentista se ofereceu para lavar o vidro do carro. Eu estava sentada no banco do carona com as pernas bem abertas. Quando ele viu minha buceta depiladinha, coidadinho ficou até meio tonto...!! para provocar mais, levantei a perna para a buceta ficar bem a mostra. Ele ficou olhando e o meu marido para sacanear, perguntou se ele nunca tinha visto uma xoxota e não podia ficar olhando a buceta de uma mulher casada rsrsrs. O cara ficou desconcertado!!


As vezes estamos na rua, a noite, com tesão, ai vamos matar saudades de onde tudo começou - na praça, transar no carro com as pessoas olhando.
Dá muito tesão!

14.10.26

1# A VIAGEM QUE TRANSFORMOU A FAMILIA ESCOBAR


Meu nome é Ricardo e eu vou contar como uma simples viagem de férias no verão passado, provocou transformações radicais nas relações da minha família – a família Escobar. 

Eu, produtor cultural viciado em adrenalina, em viver o agora, me vi obrigado a dar um tempo nesse “corre”, antes de ser abatido por um infarto fulminante e perder de vez minha mulher Helena, 36 anos, arquiteta, corpo esculpido na academia, bunda de parar o trânsito, uma obra de arte que ela faz questão de exibir com a descontração de quem sabe o que tem. Eu? Tenho 48, físico de futebol de fim de semana, sem barriga, cabelos castanhos. Só fico curtindo, aproveito pouco, quase não meto, estou naquela fase “uma com fé eu dou a segunda pode falhar”. 



Para foder mais nossa relação e paz familiar, Hellen, minha afilhada, estava bem para baixo. Foram três porradas bem dadas que a vida, num momento curto, deu nessa menina de 17 anos. Primeiro tomou um pé na bunda do patrão, depois fracassou no vestibular de medicina e por último o namorado “pediu um tempo”.  Não queria mais sair de casa, se escondia. 




Helena, minha esposa, nos convenceu de que o sol do Nordeste era a cura para tudo e para todos!



O voo até João Pessoa foi tranquilo, embalado pela expectativa do – sexo, suor e cerveja – de leve, para quebrar a rotina dura. Desembarcamos e fomos direto para o hotel. Um tesão! Frente ao mar, suíte espaçosa com varanda, cuja brisa trazia o som e o cheiro do mar. Um único, porém: as duas camas uma ao lado da outra... confortáveis para dormir, mas ruins para trepar. Sim, fui como espírito da maldade - tirar o atraso e meter muito! 



Desarrumamos as malas rapidamente, mas o clima de preguiça e sossego descanso durou pouco. Ao invés de caminharmos pela praia, tomar umas cervejas, a primeira proposta foi: “vamos ao shopping comprar biquínis!”. 



Ao chegarmos na loja as duas se perderam em meio a araras e montes de modelos com estampas tropicais. Depois de juntarem uma pilha generosa para provar, desapareceram em direção aos provadores no fim do corredor. Cada uma em um a apenas alguns passos de distância.

Eu me acomodei numa banqueta transformando os provadores em camarote particular. A cada cortina que se abria, o impacto visual era imediato. Elas saíam meio passo para fora, exibindo o caimento do biquini e pediam minha opinião sincera e sem filtros. E eu estava lá para isso: queria ver cortes cavados, modelos que esculpissem e realçassem a beleza e a gostosura das duas. Fui opinando, instigando, valorizando os decotes mais escandalosos, provocantes e sensuais. Gosto de vê-las sexy, dominantes, atraindo olhares — e o meu ciúme passou longe há anos; sou o primeiro fã do espetáculo.

A vendedora passou por mim carregando mais alguns cabides. Lancei uma piscadela e pedi, sem me importar com o decoro: “traga biquínis mais ousados que você tiver, com modelagens menores, recortes geométricos e transparências para destacar as curvas delas”. No quinto modelo que provaram, a brincadeira já tinha rompido qualquer barreira de inocência. Elas desfilavam com biquínis minúsculos, cavados que colavam na pele, deixando cada curva dos corpos ainda mais sensual e até um pouco pornográfica.

Numa daquelas idas e vindas aos provadores a cortina correu de lado. Era Helena me encarando com aquele sorriso maroto e num tom de provocação deliberada, me mostrou no corpo um modelo e perguntou se não estava “despida demais”. O modelo era um biquíni estampado, moldando com precisão cirúrgica às curvas dela - as peças mal cobriam os peitos e a bucetinha. Atrás era bem cavado deixando parte da bunda exposta. Respondi sem hesitar: Ficou Sexy! Exatamente o que eu queria ver em você!

Hellen, por outro lado, tímida e discreta escolhia opções mais discretas e contidas. Para não ficar muito diferente dos biquinis da mãe, resolvi palpitar. Apontei para peças menores e mais arrojadas, incentivando que ela rompesse a caretice. 

Entre o calor do ambiente e a intimidade que existe entre nós, o pudor caiu por terra; a cortina do provador permaneceu aberto, transformando o ato de experimentar os biquínis em um ritual de voyerismo. Como o provador ficava nos fundos da loja, um local privativo, eu podia confortavelmente assistir as duas se despindo e se vestindo.  Eu não via Hellen seminua fazia algum tempo e fiquei admirado em ver seu corpo perfeito, com seios lindos, mamilos castanhos, e a xoxotinha com poucos pelos. A bunda então, uma perfeição da anatomia. Hellen é a cópia da mãe. Eu  olhava o corpão da minha afilhada me lembrando de como começou nossa intimidade, mas isso merece um capitulo a parte rsrs! 

Finalmente, depois de mais de dez modelos provados, cada uma escolheu dois biquínis para levar e duas saídas de praia. 



Voltamos para o hotel, para nos trocar e caminhar na praia. Eu vesti minha bermuda a camiseta e esperei as duas se arrumarem, que permaneciam e demoravam no banheiro. Bati na porta e entrei – Caraleo, que cena! Flagrei as duas se depilando. Fiz cara de paisagem e pedi que se apressassem. 

- Os biquínis que compramos são pequenos, temos que tirar todos os pelinhos...




Concordei. Dei uma última espiada de leva nas bucetinhas recém depiladas e voltei ao quarto. Tempo depois mãe e filha, surgem maravilhosas, com as saídas de praia por cima dos biquínis, prontas para aproveitar a praia em frente do hotel. 

Voltamos para o quarto e fomos tomar banho. A primeira foi Helena, que saiu do box radiante, muito queimada de sol, com as marcas do biquíni minúsculo perfeitamente desenhadas e tatuadas em seu corpo bronzeado. Eu fui o último e, ao sair do box, notei de relance que Hellen me observava fixamente enquanto eu me enxugava, com um brilho novo e curioso nos olhos. Fomos jantar e logo em seguida, exaustos da viagem e daquela atmosfera carregada de eletricidade, apagamos na cama.






Mas o descanso durou pouco. No quarto de hotel compartilhado, Helena e Hellen se deitaram apenas de calcinha e camiseta fina. Ver as duas ali, estiradas, transbordando uma sensualidade crua no escuro, me deu um tesão monumental. A proximidade delas, a respiração compassada e o calor daquele quarto viraram minha mente do avesso - pena que, dividindo o mesmo espaço, tocar Helena estava fora de cogitação naquele instante.

No dia seguinte, Helena cismou que João Pessoa era muito agitada. Eu não sabia para onde íamos, mas quando os pneus do carro começaram a estalar na estrada de terra batida, cercada por falésias vermelhas e mar aberto, eu entendi: o destino não era o isolamento bruto, praias selvagens e esquecidas pelo mapa convencional, bem longe da civilização.

Se você acha que ver calcinhas e camisetas no quarto de hotel foi o limite, prepare-se. No próximo capítulo, o sol escaldante da Paraíba vai derreter o pouco de decência que ainda fingíamos ter. Eu só não imaginava que o isolamento daquela estrada de terra e o vento daquela praia desconhecida seriam o estopim exato para explodir qualquer limite restante entre padrasto, mãe e filha - a família Escobar.