...“Sexo é um intercâmbio de líquidos, de fluidos, de saliva, hálito e cheiros fortes, urina, sêmen, merda, suor, micróbios, bactérias. Ou não é. Se é só ternura e espiritualidade etérea, se reduz a uma paródia estéril do que poderia ser. Nada !!!!!!” Pedro Juan Gutierrez - Trilogia Suja de Havana

29.7.26

ARTE ERÓTICA NUA E CRUA DE LOÏC DUBIGEON


O francês Loïc Dubigeon (1934 –2001) teve uma carreira variada, mas ficou muito conhecido pelo trabalho que fez já mais velho, na casa dos 60 anos. Ele decidiu usar todo o seu talento para desenhar a intimidade humana de um jeito direto, bonito e sem censura .      Sim Dubigeon nasceu em Nantes, na França, e estudou Arquitetura em Paris. No começo da carreira, trabalhou com desenho técnico, criou embalagens e até desenhou estampas para os famosos lenços de luxo da marca Hermès. Ele também pintou murais em prédios na França, em Nova York e na Arábia Saudita.
Mais tarde, foi morar no litoral da Normandia, onde abriu seu próprio ateliê. Lá, ele vendia quadros de paisagens praianas, como falésias e vilarejos do litoral.
A Entrada no Mundo Erótico
No final dos anos 1970, ele mudou o foco e começou a desenhar modelos nus, usando carvão e lápis. Como tinha formação em arquitetura, sabia trabalhar muito bem as sombras, luz e as formas do corpo humano.
Em 1979, depois de mostrar seus desenhos em uma exposição na Alemanha, ele foi contratado para ilustrar o livro História de O. Esse projeto abriu as portas para que ele criasse trabalhos focados em desenhos eróticos, sexo explícito e ilustração pornográfica. Depois desse livro, ele fez mais duas coleções marcantes no mesmo estilo.
Mesmo criando conteúdo que muitos podiam considerar pornografico, Dubigeon sempre defendeu sua arte erótica com orgulho: Ele nunca usou pseudônimos para esconder o que fazia e expunha suas obras de estilo erótico junto com suas paisagens e outros trabalhos.
Para ele, a arte era uma coisa só. Mostrar o sexo sem filtro era apenas retratar a vida real exatamente como ela é: nua e crua.












24.7.26

CAP D'AGDE: VILLAGE NUDISTA FRANCÊS #2

A Vila Naturista se tornou ponto de encontro para swingers e libertinos. Possui uma praia de 2 km, uma grande marina, lugares para 2.500 campistas, complexos de apartamentos, hotel, lojas, restaurantes, casas noturnas, bares, correios, banco, caixas eletrônicos, lavanderias, cabeleireiros e outras facilidades

Passando os portões, o nudismo é o grande chamariz das massas, para heterossexuais, gays, bissexuais, bonitos e feios, jovens, milf, peludos ou depilados, tatuados ou com piercings. Em pleno verão na Europa, cerca de 50 mil turistas invadem a cidade. Este ano, depois de um período de grande restrição devido à pandemia, são sobretudo italianos e espanhóis que procuram libertar-se das roupas e dos preconceitos. É um local que “une puro exibicionismo e sadomasoquismo, alegria, curiosidade e perversão, decadência, solidão abismal e transgressões contagiosas”.

Desde a década de 1990 que Cap d'Agde ganhou uma reputação como um oásis para os libertários e swingers – adeptos de troca de casais. Apesar de ser uma estância balnear reúne quase todas as infraestruturas que se encontram na vida urbana: um banco, uma farmácia, lavandarias, um correio, vários supermercados, cabeleireiros, boutiques de roupa, restaurantes, discotecas, um cinema e até lojas de BDSM.

Não há outro lugar no mundo que se assemelhe a Cap d’Agde. A maioria dos resorts naturistas são retiros afastados das áreas urbanas. Por exemplo, em Munique, na Alemanha, a população pode circular nua desde que seja nas seis áreas designadas para esse efeito, que se inserem em parques e jardins isolados. 













9.7.26

CONHEÇA AS MULHERES EUROPÉIAS PELA BUNDA

 


Uma charge publicada em 1901 pela revista francesa Le Hire, mostra como reconhecer as mulheres europeia pela bunda. Le Hire foi uma revista bem-sucedida de humor francesa publicada entre outubro de 1894 e abril de 1971.
Como você pode ver, pode-se reconhecer a mulher portuguesa por seu traseiro em forma de melancia. E a brasileira, que tem uma bunda maravilhosa?
OBS: Isso já era uma sátira em 1901, então não levem isso a sério.

2.7.26

POR QUÊ GOZAR É TÃO BOM?



...babava naquele pau enquanto o chuveirinho fodia minha buceta. Gozei denso. Voltamos pra cama e abri um M&M amarelo. Fechei os olhos e as tais perguntas do banheiro vinham à tona. Dei um beijinho na boca dele e carinhosamente pedi que fosse embora. Queria ficar sozinha naquele quarto. Aquelas paredes, o carpete, restos de sexo, fluidos, cheiros. Tantas trepadas que rolaram ali. Mentiras, traições, paixões, abusos pra caralho. O sexo. Que porra é essa que enfeitiça a humanidade? Ah! Que se foda a humanidade. Meti a mão na buceta e comecei a me masturbar, tinha mais porra pra sair. Lembrei da cara dele na hora de gozar, abriu tanto a boca, ficou vesgo, desfigurado. Acelerei o movimento e gozei.

Juntei minhas coisas, procurei a calcinha e ajeitei o vestido. Em direção à saída, fui andando, passando pelos quartos. Olhei um a um. Os carros escondidos pela metade, os corpos fudendo, buscando eternizar aquela sensação inenarrável.

Pobres humanos ou Por que gozar é tão bom?

Texto: Abhiyana 

Fotos: Marcelo Vittorino