...“Sexo é um intercâmbio de líquidos, de fluidos, de saliva, hálito e cheiros fortes, urina, sêmen, merda, suor, micróbios, bactérias. Ou não é. Se é só ternura e espiritualidade etérea, se reduz a uma paródia estéril do que poderia ser. Nada !!!!!!” Pedro Juan Gutierrez - Trilogia Suja de Havana

9.10.26

O ÚLTIMO METRÔ - CINEMA ERÓTICO DE TINTO BRASS




A partir de hoje vamos "cair de boca e penetrar nas entranhas" do mundinho do cinema erótico e do soft pornô. Postaremos cenas hot e mostraremos os bastidores de filmagem e saber mais e mais sobre os diretores e diretoras, atores e atrizes de adult movie.Vamos esfregar a película do sexo na cara do leitor!

E para começar com o pé direto nada melhor que o um clássico soft pornô, dirigido pelo mestre  italiano Tinto Brass -  O Último Metrô - L’Ultimo Metro (The Last Train) 1999 - curta metragem 23 min - Direção Tinto Brass. Elenco: Deborah Cali, Iarno Beraldi, Sasa Vulicevic e Angelo Tanzi.


Um jovem italiano, Giorgio (Jarno Berardi) entra no metrô de Roma com um amigo, onde eles notam uma mulher (Debora Cali) que acabou de sair do banheiro com o vestido enfiado acidentalmente na calcinha. Eles contam a ela sobre sua exposição inadvertida, após a qual um dos meninos embarca em um trem, deixando seu amigo apaixonado em pé na plataforma - totalmente apaixonado pela adorável jovem. Os dois estão esperando em plataformas opostas, onde aguardam o último trem. O jovem proclama seu amor à primeira vista, dizendo que ela é a mulher mais linda que ele já viu. Obviamente lisonjeada, a mulher retribui de uma forma que o jovem nunca esquecerá. A linda mulher se posiciona na plataforma oposta e, enquanto o trem não chega e para delírio do jovem italiano, faz um strip-tease espetacular! Uma curiosidade - em uma das cenas Tinto Brass aparece sentado em um banco da plataforma. Assista o Último Metrô clicando aqui!


  

Giovanni Tinto Brass - Nasceu em Veneza em 26 de março de 1933 de uma família juliana, formou-se em Direito em 1957. No fimdos anos 1950 trabalhou por dois anos na Cinémathèque de Paris, aproximando-se da Nouvelle Vague. Foi assistente de Roberto Rossellini e Joris Ivens. Seu primeiro filme como realizador foi In Capo al Mondo (1963).

Tinto foi jornalista na revista Penthouse e ator nos filmes La Donna è Uma Cosa Meravigliosa de Mauro Bolognini (1964); Lucignolo de Massimo Ceccherini (1999); La Rabbia de Louis Nero e Il Nostro Messia de Claudio Serughetti (2008); Impotenti Esistenziali de Giuseppe Cirillo (2009).


7.10.26

A BABA DO BOQUETE : VOCÊ COSPE OU ENGOLE?

 
"Nos primeiros boquetes que fiz ao meu marido não engolia, discretamente, ao limpar a boca depositava o gozo no lenço. Ele notava, mas nada dizia, até que uma vez descarregou a porra quase na garganta e em seguida segurou minha cabeça.
O resultado foi que tive que engolir tudo e como o gosto da porra não era desagradável desde esse dia comecei a engolir, o que atualmente adoro fazer."

"Engulo porque faço oral apenas ao meu marido e tenho plena confiança nele. Durante imenso tempo recusei mesmo fazer-lhe sexo oral e muito menos engolir, sentia repugnância meter aquilo na boca, só depois de ele fazer em mim e sentir aquele prazer sem igual, decidi retribuir. Se ele não tinha repugnância da minha cona e tanto me fazia gozar, porque haveria eu ter dele? Quando fiz a primeira vez, não só ele delirou como eu também gostei; daí começar a engolir foi um passo.
Se bebia leite extraído duma vaca, um animal bastante mal cheiroso, qual razão para recusar engolir isto que vem dum homem que tanto amas? O sabor está na boca, depois da garganta não existe mais."
Custódia Lopes 

E você, cospe ou engole?

2.10.26

JAPONESE SEX TATOO - EROTISMO NA PELE


No Dragon Awakened Study, a carne pálida das japonesas colide com a brutalidade impiedosa da agulha e da tinta provocando um delírio visual erótico fudido!  Esqueça as galerias de arte estéreis; isso aqui é um manifesto gravado a sangue e pigmento denso na pele de ceda das gueixas. 
No projeto Dragon Awakened - estudo caótico e divino do autêntico Irezumi - a tinta devora a anatomia, formando um bodysuit implacável que deixa apenas frestas estratégicas de pele nua, gritando uma luxúria crua, visceral e animalesca.
Os seios expostos, emoldurados por carpas vibrantes e ikebanas delicadas, não são um mero convite romântico; são uma ameaça sedutora. As flores de cerejeira despencam pelo abismo do blackwork, escorrendo pelas curvas até o ventre, onde o dragão dourado finalmente desperta, serpenteando perigosamente em direção ao centro nervoso do desejo. É o erotismo cuspindo na cara do puritanismo.
Nessa tela viva, o corpo feminino deixa de ser apenas biologia para se tornar um altar profano de sedução e perigo. Cada milímetro desse trabalho exala uma fúria silenciosa, um magnetismo que te agarra pelo pescoço. É a arte em seu estado mais selvagem: o sexo, a dor e a tradição milenar japonesa capotando juntos na beira de um precipício.










30.9.26

COMO SURGIU O REFÚGIO DO NATURISMO HEDONISTA



Sou Leonardo, 58 anos na cara e a mente corrompida pela insanidade deliciosa da carne nua. Sou testemunha ocular, cúmplice e sobrevivente de tudo o que ferve no Sítio Hedonism - a comunidade naturista fechada, onde o pudor foi degolado e a única lei que nos governa é o prazer visceral, o suor salgado e o gozo sem trégua.
Essa porra toda explodiu há quase vinte e oito anos, arrancando de vez os trilhos da minha sanidade e vergonha. Eu era um trintão neurótico, zumbi castrado da metrópole cinzenta, quando fui atropelado pelo furacão chamado Carol, uma ninfeta libertária e insaciável de apenas 23 anos. Fui arrastado sem freio para a libertação absoluta. Ela até tentou cantar a bola: "Amor, já vou te avisando a família curte naturismo e vive pelada". Mas nada prepara a cabeça de um pequeno burguês católico para o choque térmico da anarquia pagã carnal!
Fascinado por esse mundinho dos pelados sem tabus, fui direto beber na fonte do veneno. Colei na minha sogra, Dona Zelda, a matriarca indomável da Família Freikörper, que ergueu ao lado do meu sogro Gustav o Sítio Hedonism uma utopia profana fincada na neblina espessa da serra carioca:
- Sogrinha, desembucha sem meias palavras e sem pudor: como caralhos o Sítio Hedonism, uma putaria coletiva maravilhosa do “todo mundo nu, oba!” começou?








Se vocês acham que essa molecada engravatada de hoje inventou a putaria e a rebeldia, vocês não entendem é de porra nenhuma! Puxem uma cadeira e ouçam a voz da experiência no mundinho do naturismo hedonista:

- Sou a Zelda. 76 anos estupidamente bem vividos, com rugas de quem já gargalhou na cara do perigo e gozou litros sem pedir licença para deus ou o diabo! Tenho o fogo francês fervendo nas veias e cuspo com gosto na cara da hipocrisia. Minha revolução sexual nunca precisou de cartilha moral: perdi o cabaço novinha com um homem bem mais velho, quebrando tabus antes mesmo da maioria de vocês nascer, descobrindo cedo demais que a buceta e a pele foram feitos para queimar de tesão. 

Viver reprimido, escondendo a própria carne, é um crime doentio contra a natureza!

Desde garota me atirei no naturismo hedonista, buscando satisfação pessoal no talo, trepadas sem compromisso, sem coleira e sem vínculo afetivo asfixiante. Nos anos 1980, entrei de cabeça no olho do furacão: a cidadezinha de Cap d’Agde, na costa mediterrânea da França. Aquilo era o éden da perdição para libertinos, voyeurs, exibicionistas e swingers loucos por adrenalina! A galera andava nua em qualquer canto: faziam compras no mercado, pagavam contas no banco, cortavam o cabelo e comiam na padaria com paus, peitos e cus balançando livremente ao vento, sob o sol da Riviera!

E eu era muito linda e gostosa aos 20 anos. Loira, olhos claros, peitinhos durinhos feito pedra, barriga chapada, coxuda e com uma bunda arrebitada que fazia marmanjo tropeçar nas areias da praia. Eu adorava ficar peladinha, exibir e esfregar minha juventude na cara daquele povo! Foi nesse matadouro de luxúria que dei de cara com Gustav, minha alma gêmea da devassidão. Um holandês colossal de quase um metro e noventa, armado com um pau colossal, cabeçudo, com anel peniano de metal enfeitando a rola - coisa que eu nunca tinha visto na vida. Aquele gigante me desmontou só com o olhar faminto!

Não teve cortejo babaca, frescura ou joguinho desinteressado. O sangue ferveu na hora e nos atracamos ali mesmo, no chão da praia, socando com violência e sem freio nas areias quentes, enquanto uma plateia de voyeurs aplaudia e se masturbava vendo a nossa foda selvagem. Ninguém se escondia; o tesão explícito era a nossa comunhão diária!

O choque foi tão avassalador que largamos a Europa e viemos para o Rio de Janeiro. No início em Copacabana e depois para usufruir da libertinagem, na região serrana. Para a vizinhança pacata e preconceituosa, éramos o casal gringo excêntrico que vivia de vender artesanato, compotas e strudel de maçã. Mas a pouca roupa sufocava nossos instintos. Nós somos naturistas de sangue, porra! Amamos o vento batendo nos corpos nus e somos libertos sexuais da cabeça aos pés!
Cansados de nos escondermos, Gustav e eu juntamos as forças e compramos um sitiozinho no meio da mata fechada, totalmente impenetrável aos olhos dos moralistas. Erguemos o Sítio Hedonism do zero, a quatro mãos, no tesão e no suor. Um refúgio fruto da loucura de nós dois! Hoje, o sítio recebe dezenas de amigos despudorados, despidos de toda a vergonha: transar no capim, gozar na piscina, trocar de parceiros e viver o sexo livre. E assim, eu e Gustav, criamos o Sítio Hedonism onde a liberdade impera absoluta. 

25.9.26

NATURISMO SEM LIMITES: FAMÍLIA VIVE O SEXO LIVRE!

Esqueça a hipocrisia regada a falso moralismo! Esqueça a culpa, rasgue a moralismo barato e jogue suas roupas no fogo! O mundo careta quer nos prender em jaulas de pudor, mas nós somos os verdadeiros deuses da nossa própria carne! 

Sou Leonardo, 58 anos, e há um quarto de século respiro o ar puro e o êxtase alucinante de uma comunidade naturista e puramente hedonista. Aqui, o nudismo não é vergonha, é a nossa religião de prazer absoluto, amor livre e conexão total com a natureza!

Tudo começou há dezessete anos, quando meus miolos foram fritos para sempre. Eu era um trintão neurótico, escravo da metrópole, quando conheci Carol, uma ninfeta libertária de apenas 23 anos. Fui arrastado para o "Sítio Hedonism" cravado no verde exuberante e pulsante da região serrana do Rio de Janeiro. Ela avisou que a família era naturista, mas meu cérebro de metrópole quase derreteu quando pisei naquele paraíso e dei de cara com sogro, sogra, cunhados e sobrinhos, todos esbanjando uma nudez orgulhosa, tomando banho de lago sob o sol escaldante! Foi um choque de voltagem máxima. Mas quando finalmente arranquei minhas roupas suadas e joguei meus tabus na lama, experimentei a maior, mais selvagem e deliciosa explosão de liberdade da minha vida!

A raiz dessa revolução sexual vem dos pais da Carol. O sogrão é um holandês de mente escancarada e a sogra, uma francesa vulcânica. O destino chocou os corpos desses dois nos revolucionários anos 70, completamente nus no mítico Cap d'Agde Village Naturiste, na costa mediterrânea da França. Eles trouxeram essa essência fervente para o Brasil! A família Freikörper segue a Sociedade Neerlandesa pela Reforma Sexual (NVSH). Para nós, o corpo é sagrado. A liberdade não tem amarras; a consciência do próprio corpo e o fim dos tabus começam cedo, quebrando as correntes puritanas já na puberdade e varrendo para longe a malícia podre da sociedade tradicional.

Hoje, o Sítio Hedonism é a nossa utopia carnal! Somos cerca de 50 mentes e corpos livres — familiares e amigos de todas as cores e raças. Respiramos o naturismo sem um pingo de culpa! Promovemos uma festa contínua de satisfação pessoal e sexo consensual entre adultos, sem regras asfixiantes e sem ciúmes doentios. Nós amamos a nossa nudez e somos absolutamente libertos!

Essa tribo maravilhosa vivia em segredo, mas o mundo precisa saber que o éden existe. A partir de hoje, vou narrar as crônicas ardentes da nossa utopia!


23.9.26

SWING EM FAMÍLIA: SOGRA QUER FODER COM O GENRO!


 Sob os letreiros de neon e o cheiro denso de sexo das boates secretas, quantos casais de fachada não escondem seus demônios da tradicional família brasileira? 

Nós somos os fantasmas dessa luxúria! Temos 46 anos, e há uma maldita década mergulhamos de cabeça na insanidade deliciosa e clandestina do submundo do swing. Para a sociedade careta, somos santos imaculados. No escuro, somos animais! Esse choque de alta voltagem trucidou a monotonia do nosso casamento. No abatedouro da carne não tem amor, é só saliva, gemido e tesão selvagem de momento. O amor sagrado? Esse trancamos a sete chaves apenas na nossa cama conjugal.

Mas a roleta-russa do destino é uma desgraça irônica, meus caros depravados! Nossa própria filha de 28 anos e o maridinho dela também caíram na gandaia do troca-troca! Ela já farejava nossas loucuras quando solteira e arrastou o parceiro para o matadouro. Hoje, vivemos um jogo paranoico de gato e rato, fugindo das mesmas casas de swing para não esbarrar com nossa cria em pleno ato profano.

Só que a mente humana é um poço sem fundo de depravação. Na calada da noite, minha mulher - uma quarentona espetacular, deusa da perdição que humilha as novinhas e faz os marmanjos babarem nos clubes - confessou o pecado supremo: ela tem um tesão incontrolável de foder com o próprio genro! E a verdade crua? O garotão jamais recusaria essa oferta carnal!

E o meu papel nessa loucura? Eu pagaria para assistir de camarote minha esposa devorar aquele garoto de 28 anos! Ver aquele corpo maduro triturando a juventude dele me daria o orgasmo da década. A única barreira no meu abismo moral? Jamais teria coragem de tocar na minha filha. 

Mas que essa bomba-relógio familiar está prestes a explodir, ah, isso ela está!