17.1.23

AS PRIMEIRAS BUCETAS SÃO INESQUECÍVEIS!


Eu era um moleque muito curioso. Na puberdade a busca do proibido e do íntimo despertava em mim o voyeurismo. Nos anos 1970 eu ficava excitado assistindo na TV as “Chacretes” rebolando, empinado a bunda e a sacanagem entre os participantes da banheira do Gugu. Meu pau endurecia folheando as revistas Playboy que meu Pai escondia no banheiro, os catecismos de Zéfiro e as revistas suecas lacradas em plástico com tarja preta que eram vendidas na banca do Zé. O melhor de tudo era brincar com meus carrinhos matchbox pelo chão da sala, me enfiar por debaixo da mesa e espiar as calcinhas das amigas da minha mãe. 



Lembro bem de dois momentos voyeur. Minha mãe às vezes saía cedo e só voltava no final da tarde e meu irmão mais novo estudava no período da tarde. Ficávamos eu e a Matilde, uma empregada morena de uns 45 anos, seios e bunda enormes. 

Nesta época eu passava a maior parte do tempo assistindo TV ou fazendo as tarefas da escola. No final da tarde Matilde me dava um lanche e se preparava para ir embora. Ela tomava banho em um banheiro que ficava no fundo da casa e tinha uma fresta na parte de baixo da porta de uns 15 cm. Certo dia, brincando no quintal, vi a água do banho escorrendo pelo vão e resolvi espiar. Agachei, me aproximei e vi ao "vivo e em cores" a buceta dela peluda e ensaboada! Fiquei tão excitado que me aproximei demais e fui flagrado pela Matilde:

- O que está fazendo aí Leozinho? Me espiando tomando banho seu safado??




Fiquei com muito medo dela contar para minha mãe, mas nunca falou nada. Por algum tempo a imagem daquela bucetona foi a inspiração das minhas punhetas.

Por uns três meses minha mãe fez aulas de pintura com a Irene, uma professora branquinha, acho que tinha uns 30 anos. Quando terminava a aula ela ia ao banheiro no andar de cima da casa. Pouco antes de terminar a aula eu subia para meu quarto, aguardava ela ir entrar no banheiro e espiava pelo buraco da fechadura ela abaixar o vestido, depois a calcinha, sentar-se no vaso, mijava se levantava e enxugava a buceta. Eu tocava uma punheta, lembrando a bunda branquinha e a bucetinha peludinha da Irene.




Assim foi minha iniciação sexual - me tornei um voyeur espiando as calcinhas por de baixo da mesa e as bucetas e bundinhas pelo buraco da fechadura.

Semana que vem tem mais porno memorias do Leo Lobo !