12.10.26
9.10.26
O ÚLTIMO METRÔ - CINEMA ERÓTICO DE TINTO BRASS
A partir de hoje vamos "cair de boca e penetrar nas entranhas" do mundinho do cinema erótico e do soft pornô. Postaremos cenas hot e mostraremos os bastidores de filmagem e saber mais e mais sobre os diretores e diretoras, atores e atrizes de adult movie.Vamos esfregar a película do sexo na cara do leitor!
E para começar com o pé direto nada melhor que o um clássico soft pornô, dirigido pelo mestre italiano Tinto Brass - O Último Metrô - L’Ultimo Metro (The Last Train) 1999 - curta metragem 23 min - Direção Tinto Brass. Elenco: Deborah Cali, Iarno Beraldi, Sasa Vulicevic e Angelo Tanzi.
Um jovem italiano, Giorgio (Jarno Berardi) entra no metrô de Roma com um amigo, onde eles notam uma mulher (Debora Cali) que acabou de sair do banheiro com o vestido enfiado acidentalmente na calcinha. Eles contam a ela sobre sua exposição inadvertida, após a qual um dos meninos embarca em um trem, deixando seu amigo apaixonado em pé na plataforma - totalmente apaixonado pela adorável jovem. Os dois estão esperando em plataformas opostas, onde aguardam o último trem. O jovem proclama seu amor à primeira vista, dizendo que ela é a mulher mais linda que ele já viu. Obviamente lisonjeada, a mulher retribui de uma forma que o jovem nunca esquecerá. A linda mulher se posiciona na plataforma oposta e, enquanto o trem não chega e para delírio do jovem italiano, faz um strip-tease espetacular! Uma curiosidade - em uma das cenas Tinto Brass aparece sentado em um banco da plataforma. Assista o Último Metrô clicando aqui!
Tinto foi jornalista na revista Penthouse e ator nos filmes La Donna è Uma Cosa Meravigliosa de Mauro Bolognini (1964); Lucignolo de Massimo Ceccherini (1999); La Rabbia de Louis Nero e Il Nostro Messia de Claudio Serughetti (2008); Impotenti Esistenziali de Giuseppe Cirillo (2009).
7.10.26
A BABA DO BOQUETE : VOCÊ COSPE OU ENGOLE?
5.10.26
2.10.26
JAPONESE SEX TATOO - EROTISMO NA PELE
30.9.26
COMO SURGIU O REFÚGIO DO NATURISMO HEDONISTA

Se vocês acham que essa molecada engravatada de hoje inventou a putaria e a rebeldia, vocês não entendem é de porra nenhuma! Puxem uma cadeira e ouçam a voz da experiência no mundinho do naturismo hedonista:
- Sou a Zelda. 76 anos estupidamente bem vividos, com rugas de quem já gargalhou na cara do perigo e gozou litros sem pedir licença para deus ou o diabo! Tenho o fogo francês fervendo nas veias e cuspo com gosto na cara da hipocrisia. Minha revolução sexual nunca precisou de cartilha moral: perdi o cabaço novinha com um homem bem mais velho, quebrando tabus antes mesmo da maioria de vocês nascer, descobrindo cedo demais que a buceta e a pele foram feitos para queimar de tesão.
Viver reprimido, escondendo a própria carne, é um crime doentio contra a natureza!
Desde garota me atirei no naturismo hedonista, buscando satisfação pessoal no talo, trepadas sem compromisso, sem coleira e sem vínculo afetivo asfixiante. Nos anos 1980, entrei de cabeça no olho do furacão: a cidadezinha de Cap d’Agde, na costa mediterrânea da França. Aquilo era o éden da perdição para libertinos, voyeurs, exibicionistas e swingers loucos por adrenalina! A galera andava nua em qualquer canto: faziam compras no mercado, pagavam contas no banco, cortavam o cabelo e comiam na padaria com paus, peitos e cus balançando livremente ao vento, sob o sol da Riviera!
E eu era muito linda e gostosa aos 20 anos. Loira, olhos claros, peitinhos durinhos feito pedra, barriga chapada, coxuda e com uma bunda arrebitada que fazia marmanjo tropeçar nas areias da praia. Eu adorava ficar peladinha, exibir e esfregar minha juventude na cara daquele povo! Foi nesse matadouro de luxúria que dei de cara com Gustav, minha alma gêmea da devassidão. Um holandês colossal de quase um metro e noventa, armado com um pau colossal, cabeçudo, com anel peniano de metal enfeitando a rola - coisa que eu nunca tinha visto na vida. Aquele gigante me desmontou só com o olhar faminto!
Não teve cortejo babaca, frescura ou joguinho desinteressado. O sangue ferveu na hora e nos atracamos ali mesmo, no chão da praia, socando com violência e sem freio nas areias quentes, enquanto uma plateia de voyeurs aplaudia e se masturbava vendo a nossa foda selvagem. Ninguém se escondia; o tesão explícito era a nossa comunhão diária!
28.9.26
25.9.26
NATURISMO SEM LIMITES: FAMÍLIA VIVE O SEXO LIVRE!
Esqueça a hipocrisia regada a falso moralismo! Esqueça a culpa, rasgue a moralismo barato e jogue suas roupas no fogo! O mundo careta quer nos prender em jaulas de pudor, mas nós somos os verdadeiros deuses da nossa própria carne!
Sou Leonardo, 58 anos, e há um quarto de século respiro o ar puro e o êxtase alucinante de uma comunidade naturista e puramente hedonista. Aqui, o nudismo não é vergonha, é a nossa religião de prazer absoluto, amor livre e conexão total com a natureza!
Tudo começou há dezessete anos, quando meus miolos foram fritos para sempre. Eu era um trintão neurótico, escravo da metrópole, quando conheci Carol, uma ninfeta libertária de apenas 23 anos. Fui arrastado para o "Sítio Hedonism" cravado no verde exuberante e pulsante da região serrana do Rio de Janeiro. Ela avisou que a família era naturista, mas meu cérebro de metrópole quase derreteu quando pisei naquele paraíso e dei de cara com sogro, sogra, cunhados e sobrinhos, todos esbanjando uma nudez orgulhosa, tomando banho de lago sob o sol escaldante! Foi um choque de voltagem máxima. Mas quando finalmente arranquei minhas roupas suadas e joguei meus tabus na lama, experimentei a maior, mais selvagem e deliciosa explosão de liberdade da minha vida!
A raiz dessa revolução sexual vem dos pais da Carol. O sogrão é um holandês de mente escancarada e a sogra, uma francesa vulcânica. O destino chocou os corpos desses dois nos revolucionários anos 70, completamente nus no mítico Cap d'Agde Village Naturiste, na costa mediterrânea da França. Eles trouxeram essa essência fervente para o Brasil! A família Freikörper segue a Sociedade Neerlandesa pela Reforma Sexual (NVSH). Para nós, o corpo é sagrado. A liberdade não tem amarras; a consciência do próprio corpo e o fim dos tabus começam cedo, quebrando as correntes puritanas já na puberdade e varrendo para longe a malícia podre da sociedade tradicional.
Hoje, o Sítio Hedonism é a nossa utopia carnal! Somos cerca de 50 mentes e corpos livres — familiares e amigos de todas as cores e raças. Respiramos o naturismo sem um pingo de culpa! Promovemos uma festa contínua de satisfação pessoal e sexo consensual entre adultos, sem regras asfixiantes e sem ciúmes doentios. Nós amamos a nossa nudez e somos absolutamente libertos!
Essa tribo maravilhosa vivia em segredo, mas o mundo precisa saber que o éden existe. A partir de hoje, vou narrar as crônicas ardentes da nossa utopia!
.webp)
.webp)
.webp)













