...“Sexo é um intercâmbio de líquidos, de fluidos, de saliva, hálito e cheiros fortes, urina, sêmen, merda, suor, micróbios, bactérias. Ou não é. Se é só ternura e espiritualidade etérea, se reduz a uma paródia estéril do que poderia ser. Nada !!!!!!” Pedro Juan Gutierrez - Trilogia Suja de Havana
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18.5.26

DOU O CUZINHO POR PRAZER!


Sempre tive prazer em fazer sexo anal. Não sei se isso é um defeito próprio de uma vagabunda ou deliciosa sodomia. O lance é que me realizo e gozo. Gozo como ninguém. E me parece, pelo menos é o que sinto que a maioria dos homens adora a mulher que dá o cu sem frescuras ou pejo. E eu dou. Ah, como dou! Dizem que a minoria das mulheres faz sexo anal só para agradar ao parceiro, mas eu faço porque gosto e porque mereço. Mereço sentir um macho bem despojado e acoplado às minhas ancas. Mereço um ferro quente e grosso me rasgando o lombo. Me cobrindo feito uma égua selvagem no cio. Tive uma amiga - Grande amiga inclusive, pois, o que ela me disse, soou como um elogio a minha pessoa. Me disse que eu me comportava feito uma vagabunda totalmente sem classe. Não sabia que foder e dar gostoso para o seu homem e fazer o que se gosta seja imoral. Enfim... cada um, ou uma, na sua. Isso que eu sinto é tara, é desejo e o bom nisso tudo é que sempre o realizo. Mas não pensem que é só isso. Simplesmente dar o cu. Não é nada disso. É questão de gostar do que se faz. E eu amo! Primeiro aquele sarro gostoso do homem que me cobre - uma brincadeirinha deliciosa antes da penetração - umas lambidinhas em volta do buraquinho, uns dedos atiçados, uns tapas na bunda... ah, só de pensar já fico cheia de tesão. O que eu gosto mesmo é de foder de lado e dar de lado. Sabe qual é a sensação? De ser a submissa do dom. De ser a safada do gigolô, de ser a putona do proxeneta. Aquele pau gostoso vai enfiando no meu rabinho e eu mexendo naquelas bolas cabeludas e cheinhas de leite. Aquelas palavras milagrosas que só o capeta sabe. Aquele reboliço de tira e mete até que o cacete se acomode ao furo... que delícia! E quando ele entra, o meu corpo vai na cadência do rebolado frenético. Dou gostoso, faço gostoso e me empino mais gostoso ainda. Gosto de dar o cu e isso ninguém me tira. Pensem o que quiserem de mim, mas não sou do tipo que um homem implora para comer o cuzinho. Eu simplesmente o ofereço de bandeja. E se isso é falta de virtude... Sou desvirtuosa mesmo, e daí?
THE CURE

14.5.26

OPINIÃO DA LEITORA: SEXO ANAL SIM OU NÃO?


Seja pelo interesse descomunal que os meninos possuem pelo sexo anal, quanto pela curiosidade das meninas, atrelada muitas vezes a experiências ruins que tiveram no passado, o sexo anal esse acaba sendo polêmico. Digo por mim - eu gosto de dar meu cu, mas confesso que prefiro ser bem comida pela buceta.

Meu prazer maior, e imagino que para a maior parte das outras mulheres também seja assim, está na buceta. Homem para me comer por trás tem que fazer um bom serviço pela frente primeiro. E meninos entendam: sexo anal depende muito de cada mulher. Tem mulher que gosta de que seja leve e com carinho e outras que preferem algo mais quente e apimentado. Eu prefiro mais quente, porque para dar o cuzinho preciso estar muito excitada e como gosto de ser dominada eu preciso ser bem comida pela buceta. 

Entra fácil? Nem sempre! É preciso ter calma, não é que nem nos filmes. Como não costumo fazer anal com meu marido a maioria das vezes preciso começar devagar e por cima, até ir me acostumando. Mas isso não quer dizer que o sexo vaginal tenha que ser "morno e carinhoso". pelo contrário... uma boa pegada é essencial (pelo menos comigo).

Posso dizer que gosto de sexo anal, dar meu cu é uma sensação gostosa sim, porém é mais pelo contexto do que pelo ato em si. Como eu gosto de ser dominada, esse tipo de situação me excita e o sexo anal é um componente gostoso, que serve para aumentar o tesão. 

Rê

9.1.26

CASAL L&H - PERDI O "CABAÇO" DO CUZINHO

Lembrei aqui de uma "coisa deliciosa" que aconteceu anos atrás. Sexta-feira fomos para o Sitio Naturista para ficarmos pelados, fazer estripulias,  e meter gostoso! O tesão era grande, principalmente porque de uns tempos para cá, começamos a nos provocar com estorinhas de dominador e submissa.
Naquele dia havia algo diferente no ar, uma conversinha de comer meu rabinho. Leo já havia feito uma tentativa, mas, como doeu muito, eu não consegui relaxar, o cuzinho ainda continuava intacto. Sim isso mesmo, Eu nunca tinha dado o cu!
Tiramos a roupa, circulamos pelo Sitio e fomos para a cama. O pau dele estava duro, e não me contive o chupei-o bem gostoso. Me esbaldei... até que inesperadamente, ele me pegou, virou-me de bruços, abriu minhas pernas e me colocou de quatro.
Estava eu ali, totalmente com a buceta e meu cu abertos esperando ser fodida pelo seu pau. Leo não vacilou - passou a língua no meu cuzinho, lambuzou de gel, enfiou o dedo bem devagar e depois colocou o pau no meu rabinho. Para relaxar, enquanto ele enfiava a rola, eu fazia movimentos circulares no meu grelinho.
Uau! Foi uma mistura de dor e tesão. 

Leo socou forte a rola no meu cuzinho fazendo eu sentir as bolas do saco dele batendo na minha buceta. Estava muito molhada, era todinha dele. Gozei duas vezes!
Leo me virou de frente, prendeu meus braços acima de minha cabeça e de novo, começou a me fuder no cuzinho abertinho, mas agora de frente, olhando em meus olhos. Até que entre uma estocada e outra, ele explodiu gozando gostoso.
Meu cuzinho ardia de dor enquanto a minha buceta escorria de tesão.
Pronto! Desejo realizado. Ele queria "tirar o cabaço" do meu cuzinho e tirou!


Para chegarmos até esse ponto, foram anos de intimidade, uma relação frutífera de cumplicidade sexual, que construímos em cima de muita irracionalidade e paixão! 
Mas, o ingrediente que me mantem junto a ele, além do sentimento forte que sinto, é o tesão que caminha lado a lado com este outro sentimento. Uma relação especial, tipo "chave e fechadura". 
Permito ao Leo me dar uns tapas na bunda e na buceta, me chamar de putinha, de sua putinha. Porque no final das contas, entre tapas e fodidas, o abraço apertado, o carinho, o olhar cheio de brilho sela toda essa cumplicidade de desejos sexuais tão intensos.

Casal L&H - Somos um casal vivendo um relacionamento de cumplicidade, paixão, amor e sexo, muito sexo! São vinte e dois anos de muita confiança, trocas de fluídos e muita intimidade. Uma relação "ganha-ganha" de cumplicidade sexual que apimenta cada vez mais!
Leonardo ou, para os íntimos - Leo, 57 anos muito bem vividos! Engenheiro civil, alto, cabelos castanhos escuros, barba e um pau delicioso. Helena, 42 anos, psicologa, de origem holandesa, branquinha, 1,72, corpão, bunda redondinha e durinha, peitos médios e buceta carnuda.