27.3.23
25.3.23
AS CHACRETES PELADINHAS EM 1980
"Chegaram em nós e falaram: ‘vocês vão fazer uma capa com papai’.
E pronto, foi isso. Tirar foto pelada, com o Chacrinha do lado… não vou negar
que todo mundo se arrepiou do tipo ‘e agora?’. Mas foi tão profissional que ele
nem sabia que a gente estava pelada", lembrou.
"Foi muito legal, foi muito tranquilo. Nunca tive problema com a
nudez. Naquela época a nudez era muito mais ‘castigada’, porém, você não via a
nudez”, lembrou Rita, ressaltando que não era possível mostrar as partes
íntimas nas fotos: “Era uma ditadura, a ‘piriquitinha’ não aparecia. Era tudo
coberto..."
11.3.23
OS "CATECISMOS" DE ZÉFIRO
Para comprá-las, eu me dirigia à banca do seu Zé, permanecia por longos minutos simulando interesse pelo que via nas prateleiras. Como disfarce, comprava o último número do gibi do Batman que servia para esconder o meu verdadeiro objetivo - o "Catecismo do Zéfiro".
Produzidos em um período de pouca liberdade sexual, essas revistinhas de quadrinhos eróticos, tinham o tamanho de ¼ de ofício e aproximadamente 30 páginas, títulos curtos, geralmente nomes de mulheres e histórias de muita putaria com começo, meio e fim. Os “catecismos” povoavam o imaginário erótico da garotada e colaboraram com a educação sexual da geração 1960.
Eram horas trancado no quarto folheando o “catecismo”, apreciando as estórias e figuras de - Minha Tia gostosa, A Empregadinha do Vizinho. Depois de devorá-las e tocar muita punheta, trocava as revistinhas com os amigos.
Com a chegada ao mercado brasileiro das revistas eróticas suecas e dinamarquesas, com fotos coloridas de sexo explícito, os catecismos perderam prestígio e desapareceram.
*Carlos Zéfiro ou Alcides de Aguiar Caminha (Rio de Janeiro, RJ – 1921 – 1992), produziu seus quadrinhos pornográficos, durante as décadas de 1950 e 1960. Em seus “Catecismos”, como ficaram popularmente conhecidas suas histórias desenhadas a pincel, bico de pena e impressas em branco e preto, Zéfiro narrava situações que sempre culminavam em práticas sexuais explícitas.
Desenhista amador, Zéfiro copiava os seus personagens a partir de revistas eróticas estrangeiras ou fotonovelas. As situações e posições sexuais eram limitadas, mas não impediam o sucesso de suas publicações. Os personagens masculinos não variavam muito na forma ou na personalidade e seguiam sempre o mesmo padrão de comportamento: solteiros ou sozinhos, bonitos, bem-dotados, vaidosos, irresistíveis e sempre vitoriosos em suas investidas sexuais. Já o universo feminino, era mais variado: há virgens, viúvas, desquitadas, solteiras, casadas, ninfomaníacas etc. Porém, um traço em comum as unia: A disposição imediata para o sexo.
2.3.23
PROJ.60#4 NOSSOS JOGUINHOS SEXUAIS
Uma tarde, perdi no par ou ímpar, fechei os olhos, contei até cinquenta e os três correram para se esconder. Terminada a contagem saí à procura deles em vários lugares, mas não encontrava. Me lembrei de um galpão que ficava bem afastado da casa. Ao me aproximar ouvi sussurros. Abri a porta devagar e, para minha surpresa, flagrei Maria Luíza com a camiseta levantada, calcinha abaixada, peitinhos de fora batendo uma punheta para o Nando. Fiquei espiando minha prima mais nova peladinha, peitos pequenos e a pepeca com poucos pelinhos, mas eles perceberam minha presença:
- Oi primo, estamos brincando um pouco rsrs. Você não pode contar nada para ninguém, tá!
- Pode deixar, ficarei quieto, eu juro!
- Nós sabemos que você também brinca com a Débora e esse será nosso segredo!
- Fiquem aí que vou procurar a Débora.
- Ela sabe que vocês estão aqui??
- Sabe sim, por isso não veio se esconder aqui. Deve estar te esperando rsrs.
Maria Luíza “sarrava” com o Nando escondido, mas a Dé descobriu e, também prometeu segredo.
Debora diferente da irmã, era bonita tinha um bundão empinado, peitões e uma buceta gordinha que marcava no short.
Encontrei Dé atrás do galinheiro.
- Demorou para me achar!
- Maria Luíza e o Nando estão no galpão...
- Ah! Você foi lá atrapalhar a brincadeira deles?
- Eu não sabia que eles... Atrapalhei um pouco rsrs.
- Vamos ficar aqui que é seguro.
Comecei a beijá-la, apertar sua bunda, alisava e chupar os peitos... coloquei meu pau para fora, ela pegou, se ajoelhou, abocanhou e chupou.
- Está chegando, bate uma para eu gozar.
Escutamos um barulho colocamos a roupa e fomos para casa. Dia seguinte acordamos, Nando com uma cara sacana disse:
- Hoje vamos brincar do que?
Débora me olhou com um sorriso maroto e cochichou no meu ouvido:
- Hoje vai ser diferente! Eu quero brincar e levar a melhor!
Nos afastamos da casa para não correr o risco de sermos flagrados pela avó das meninas. Paramos à beira de um riacho, Nando tirou o short, ficou pelado e disse que ia nadar. Maria Luíza só de calcinha também entrou na água. Débora tirou o vestido deu um sorrisinho safado e disse:
- Coloquei essa calcinha para você!
Era bem pequena e enfiada na bunda. Tirei a bermuda, sentei-me numa pedra, ela começou a me chupar e eu acariciar a bucetinha dela, senti que a xota estava quente, melada, meti a boca até ela gozar.
Escutamos Nando chamar - E aí, a brincadeira estava boa? Estamos pensando num joguinho novo. Como já sabemos o que está rolando entre nós, por que não nos divertimos juntos e trocamos de primos? Maria Luíza e Nando já estavam decididos. Dé titubeou um pouco, mas topou. Eu sabia que ela tinha uma “quedinha” pelo Nando... também achei tesudo o jogo.
- Vamos lá para o galpão que é mais seguro.
Chegando lá, todos juntos no mesmo lugar, tirei meu short, pau estava duro, abracei Maria Luíza e passei a mão na bucetinha dela.
- Tira a roupa, fica peladinha!
- O que, peladinha?
- Deixa de besteira, Dé faz isso.
Ela tirou a camiseta e a calcinha como eu pedi.
- Delícia de bucetinha, lisinha sem pelinhos.
Coloquei o pau no meio das coxas dela, molhei meu cacete na bucetinha, mas não meti só roçava o pau.
No outro lado do galpão Nando beijava a Dé, levantou o vestido, abaixou a calcinha e enfiava a língua na buceta dela. À medida que ele chupava, ela se empinava e mordia os lábios.
- Fica de quatro?
- O que?
- Quero colocar na sua bundinha.
- Na bundinha? Comer meu cuzinho?
- Deixa vai, eu meto na sua irmã e ela não reclama.
Ele colocou o pau nas coxas e foi forçando.
- Nando, mete devagar só no cu, na frente não, sou virgem.
Nando cravou as mãos nas ancas dela, puxou e enfiou o pau. As vezes o pau do Nando escapava, mas ele lambia o cuzinho dela e voltava a meter. Débora estava acostumada a dar a bundinha, eu mesmo já tinha comido várias vezes. Não demorou muito para ele gozar.
Eu também queria meter e gozar na minha priminha Maria Luíza!
- Léo, vai devagar para não doer.
- Relaxa priminha, vou molhar bem e colocar meu pau devagar.
- Vai gozar? Quero ver você gozar.
Ela ficou de quatro, se arreganhou, eu meti a cabeça, depois o pau inteiro no meio das coxas dela. Maria Luíza mexia a bunda para frente e para trás, não aguentei e gozei.
Passamos cerca de dois anos nessa brincadeira de troca-troca de primos, até que o pai do Nando se separou da mãe e o levou para morar com ele fora do Brasil.
Depois de um tempo Débora me contou que, numa dessas férias no sítio, o Nando tirou o cabacinho dela e que a bucetinha estava liberada nas nossas brincadeiras.
Ela contou para a Maria Luíza o que aconteceu entre eles. A priminha mais nova prometeu que quem tiraria o cabacinho dela seria eu!
22.2.23
REVISTINHAS INSPIRADORAS DAS PUNHETAS
A estética dos atores XXX eram diferentes dos atuais, peitos sem silicone, bucetas e paus peludos!







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