...“Sexo é um intercâmbio de líquidos, de fluidos, de saliva, hálito e cheiros fortes, urina, sêmen, merda, suor, micróbios, bactérias. Ou não é. Se é só ternura e espiritualidade etérea, se reduz a uma paródia estéril do que poderia ser. Nada!!” Pedro Juan Gutierrez - Trilogia Suja de Havana

2.6.23

PROJ.60#9 A TIA TURCA




Quando eu era adolescente o que me dava tesão eram as mulheres mais velhas, as amigas da minha mãe, as professoras e as mães dos meus amigos, que chamávamos de "Tias".  Mulheres que alimentavam a imaginação de um moleque na puberdade, muito curioso para descobrir o que existia por debaixo daquelas saias. 
A mais gostosa delas era Janete, mãe do Pedrinho (aquele meu amigo de autorama e de troca-troca) uma "turcona" falante, brincalhona, desbocada e além disso tudo, fazia um bolo de banana delicioso!
A Tia Turca, na época com uns 45 anos, estava sempre de vestido decotado, que deixava à mostra parte de seus seios fartos, marcava a cinturinha e destacava seu bundão. Era a inspiração de minhas punhetas. 
Numa sexta-feira, depois da aula, fui à casa do Pedrinho brincar de autorama, comer a bundinha dele e ver minha musa inspiradora "Tia Turca". Tinha esquecido que meu amigo estava na aula de recuperação. Enquanto esperava ele voltar, Tia Janete me pediu para ajudá-la a tirar umas caixas que estavam em cima do guarda roupa. 
-Leozinho eu tiro as caixas e você coloca ai na cama para mim.
Ela pegou uma escada, pediu para eu segurar e foi subindo degrau a degrau. Eu observava por debaixo da saia suas pernas, sua bunda e a calcinha branca que deixava à mostra o chumaço de pelos negros da sua buceta. 
Quando ela foi descer escorregou e se apoiou em mim para não cair, demorou um pouco para se levantar, peguei na cintura dela, a mão escorregou peguei nos peitos, o vestido rasgou e deixou a mostra os peitões e o bico marrom! Ela tentou arrumar, mas não deu um dos peitos continuou à mostra e meus. Tia Janete envegonhada:
- Leozinho pare de olhar...
Enquanto ela trocava o vestido rasgado voltei para a sala. 
Tia Janete voltou, se sentou no sofá e puxou conversa:
- Que vergonha fiquei quase pelada... mas tambem nada que você não tenha visto. Aproveitando, conta para a titia - você já comeu uma menina? 
- Não, nunca!
Eu não podia falar a verdade. Nem sobre a Paola nem que tinha comido a bundinha do filho dela... 
- Como assim Leozinho? Nunca fez nada com ninguém? Pode se abrir comigo.
- Tia, nem sei como falar... na verdade o que me deixava excitado são as mulheres mais velhas.
- Sério? Mulheres como eu?
- Sim Tia, como você.
- Ah então quando você viu meus peitos ficou de pintinho duro?
- Sim fiquei...
- Deixa eu ver se ele fica duro mesmo?
- Não Tia, tenho vergonha...
Tia Janete, se levantou, trancou a porta, abaixou as alças do vestido e colocou os peitões para fora.
- Vem Leozinho, vem mamar na Titia.
Eu chupei um dos bicos, depois outro... Ela esfregava aquilo tudo na minha cara.
- Agora é minha vez de mamar. 
Ela se ajoelhou, abaixou meu short, colocou meu pau para fora e começou a chupar- a cabeçinha, as bolas, lambia inteiro e enfiava na boca. Fiquei sem reação quando vi que estava sendo chupado pela mãe do meu amigo, a Tia inspiração das minhas punhetas.
- Tia, cuidado o Pedrinho pode chegar...
- Calma, temos meia hora ainda.
Tia Janete se deitou no sofá, levantou o vestido, abaixou a calcinha e abriu a buceta peluda. 
- Dá uns beijinhos aqui, passa a língua, chupa a buceta da Titia. 
Meio desajeitado, ia chupando, lambendo e pegando nos peitos dela. Tia gemia e falava para eu não parar. 
- Leozinho, aproveita que ela está molhadinha e coloca o pinto dentro da buceta da Titia.
Deitei-me por cima dela e meti na buceta toda melada. Meu pau entrou fácil...Era um bucetão! Depois ela se ajoelhou na minha frente pediu para eu gozar na boca... eu soltei a porra toda naquela boquinha. 
Ela foi ao banheiro e eu sem saber o que falar disse que ia para casa. Tia Janete disse que se eu não contasse nada para ninguém eu podia voltar mais vezes.
- Antes de ir embora, coma um pedaço de bolo que a Tia fez para vocês.
- Humm delicia!
- Gostou do bolo? Venha comer sempre!

Um comentário:

  1. Vou contar sobre um desejo que tenho em relação à tia da minha namorada, a Glaucia Giaco...
    Quando conheci a Glaucia, não havia despertado nada em mim, apesar de que, na faixa dos 20 a 23 anos, meu fetiche por MILFs e GILFs era evidente, e eu passava horas navegando pelas categorias de MATURES e até GRANNYs. Ao conhecê-la, Glaucia se apresentou como aquela tia brava, sempre preocupada com a sobrinha e atenta ao que acontecia entre nós. Ela é uma advogada inteligente e bem-sucedida, solteira há muito tempo e no auge da sua independência aos 51 anos. Sempre a admirei, não só pela beleza, mas pela mulher forte que ela é.
    Com o tempo, minha namorada se mudou para o mesmo condomínio que Glaucia, o que nos fez nos encontrar com mais frequência. Embora não tivesse muitas fantasias na época, havia algo em minha mente, especialmente porque meu relacionamento estava passando por dificuldades. Já viajamos juntos com GG, mas eu sempre mantive uma postura observadora, admirando sua beleza sem nunca agir.
    Certa vez, devido a compromissos familiares que exigiam minha presença e a distância da casa da minha namorada, passei a dormir algumas noites no apartamento dela. O espaço era pequeno e, por conta da sogra e cunhada, nem sempre havia lugar. Foi então que ela sugeriu que eu ou minha ex dormíssemos no seu apartamento. Esse foi o início de todas as minhas fantasias sobre ela.
    Durante as noites em que fiquei lá, dividíamos o espaço. Muitas vezes jantávamos juntos e fazíamos nossas atividades de trabalho e faculdade. Em algumas dessas ocasiões, após um longo dia de trabalho e depois de tomar banho, me vi assistindo a uma série com ela (Blindspot) no sofá. Ela estava vestindo um pijama que mal cobria suas coxas voluptuosas. Aquilo me deixou extremamente excitado, mas eu hesitava em agir por medo das consequências.
    O ponto culminante aconteceu numa noite em que minha namorada estava em aula na cozinha e eu aguardava no sofá enquanto Glaucia decidiu tomar banho. Ela perguntou quem queria ir primeiro e eu deixei que ela fosse. Ao passar pelo corredor com uma toalha na mão, senti uma vontade incontrolável de vê-la despida. Embora não tenha acontecido naquele momento, ela saiu do banheiro apenas com a toalha presa ao corpo, revelando suas coxas longas. Esse momento me deixou em êxtase; meu corpo reagiu instantaneamente quando nossos olhares se cruzaram antes dela fechar a porta do quarto.
    A partir daí, minhas noites no apartamento dela tornaram-se verdadeiras aventuras. Eu buscava atrizes semelhantes a ela para satisfazer meus desejos ou explorava suas roupas íntimas quando deixadas no quarto. Acredito que GG tinha consciência do efeito que causava em mim e talvez estivesse esperando alguma iniciativa da minha parte.
    Agora surge a dúvida: devo procurá-la após cinco anos de distância, especialmente depois do término do meu relacionamento? Devo confessar meus sentimentos e desejos por ela ou deixar isso se perder no tempo?

    Antes que me esqueça ela é um pouco parecida com a Ellariya Rose, de corpo.

    ResponderExcluir

Deixe seu comentário aqui. Não publicamos ofensas, manifestações racistas, homofóbicas, nem telefones e Watzapp